segunda-feira, 30 de abril de 2012

Presidente gambiano: Preferimos comer erva do que aceitar o comportamento homossexual

Perante as ameaças do governo de Obama de suspender as ajudas humanitárias, o Presidente Yahya Jammeh defendeu que as leis da Gâmbia proíbem o comportamento homossexual.
Se querem que sejamos ímpio como condição para recebermos ajudas, então podem levá-la. Nós havemos de sobreviver.Preferimos comer erva do que aceitar esta atitude ímpia anti-Deus, anti-humanos e anti--criação.
A posição do país contra a homossexualidade tem sido alvo de escrutínio crescente desde que o esquerdista Obama anunciou em Dezembro último que os EUA iriam monitorizar o grau de aceitação da homossexualidade por parte dum país antes de considerar o envio ajuda humanitária.
Ou seja: ou abrem os "pacotes" ou não recebem os pacotes [de comida].
No mesmo dia em que a nova política gayzista obamista foi anunciada, Hillary Clinton declarou que os direitos homossexuais e os direitos humanos são "os mesmos". Para não ficar atrás no gayzismo, o "conservador" David Cameron fez declarações similares em Outubro último, ameaçando reduzir ou cortar com a ajuda humanitária a países que condenem os actos homossexuais ou não permitam o "casamento" homossexual (gaysamento).
As reacções às ameaças variaram de país para país. No Malawi, onde uma dupla homossexual foi condenada a 14 anos de trabalhos forçados depois de levar a cabo uma "cerimónia" de noivado, as autoridades comprometeram-se a reconsiderar a proibição poucos dias depois de Obama ter feito a sua declaração. No entanto, os líderes religiosos e políticos dos outros países africanos repudiaram a decisão.
O presidente da Gâmbia afirmou que o seu país perdeu já algumas das suas prácticas tradicionais muito devido à influência ocidental, mas que no entanto este era um ponto onde o país se iria manter firme.
Trocamos o nosso tradicional lenço de cabeça pela gravata mas não perderemos a nossa humanidade pelos alegados direitos humanos. Nós respeitamos os direitos humanos enquanto os humanos se comportam como seres humanos.Deixem-me deixar bem claro: se vocês querem que eu ofenda a Deus de modo a que possa receber ajuda humanitária, estão a fazer um enorme erro. Vocês nunca me irão subornar de modo a que eu faça o que é maligno e ímpio.
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Esperamos ansiosamente que o Obama e a esquerdalha internacional levem a cabo este tipo de imperialismo homossexualista nos países islâmicos.

Yahya Jammeh: prefere comer erva do que aceitar a mal cheirosa agenda sodomita.

Tal como planeado, a Bíblia está em vias de ser ilegalizada

Foi dito às forças policiais escocesas para não aceitarem Bíblias oferecidas pelos Gideões visto que o Livro "condena a homossexualidade". As Bíblias foram oferecidas às forças policiais escocesas cada uma contendo a insígnia da força respectiva. No entanto, a "Gay Police Association" (GPA) é contra o gesto e já emitiu uma declaração exigindo que as forças retirem o seu envolvimento.
Num passado recente, a GPA envolveu-se em problemas com as autoridades por ter feito alegações falsas e enganadoras em relação a Bíblia. Em 2006 o grupo foi repreendido por ter produzido um anúncio onde era exibida uma Bíblia ao lado duma poça de sangue com o título "em nome do pai". O ataque culpava a religião, especialmente o Cristianismo, pelos "violentos" ataques contra os homossexuais. Mas a "Advertising Standards Authority" determinou que o anuncio era mentiroso, indecente e sem fundamento.
O sindicato UNISON uniu-se a GPA na sua oposição à distribuição de Bíblias gratuitas junto das forças policiais.
Os Gideões afirmam que querem oferecer Bíblias à polícia como um "guia valioso para a vida". O grupo disse que "elas podem ser oferecidas a todos os membros da força individual, tanto os policiais activos como a equipa civil".
Mas a GPA disse o seguinte numa declaração:
Os membros da GPA entraram em contacto connosco expressando preocupação que a sua Força esteja oficialmente a dar suporte a um livro religioso que condena a homossexualidade.A GPA não acredita que um serviço público, tal como a policia, deveria ser visto a dar apoio - com o seu envolvimento - a uma religião em particular acima de outra qualquer, ou mesmo acima da falta de religião.
A GPA disse ainda que se Bíblias podem ser oferecidas, "certamente que isto pode ser feito sem o envolvimento da força policial interessada."
O sindicato UNISON comentou:
Não é o papel da Força Policial oferecer apoio oficial a qualquer religião ou impôr uma visão religiosa aos seus funcionários.
O mesmo grupo acrescenta ainda que espera que as forças policias escocesas "rejeitem" a oferta.
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Aos poucos a esquerda militante aproxima-se daquele que sempre foi o seu plano desde o princípio: ilegalizar a religião Cristã. Se não se podem distribuir Bíblias nas forças policiais, por esta condenar o homossexualismo (coisa que a medicina também faz), então não se pode ter um Livro assim a circular livremente na sociedade.
Consequentemente, as pessoas que o circulam certamente têm que ser punidas por isto. Ou seja, um Cristão a distribuir Bíblias em via pública (algo que lhe é garantido pela Declaração dos direitos Humanos que, por sinal, nada diz em torno de "direitos humanos" adquiridos via anal) pode ser lançado na prisão apenas e só por practicar a sua fé.
Aos poucos, o lobby gay vai mostrando quais são os seus planos.

Activista homossexual promove bullying de Cristãos


Cerca de 100 crianças duma escola secundária abandonaram uma conferência em torno do jornalismo nacional depois dum orador anti-bullying dar início a ataques à Bíblia e alegadamente ter chamado de "pansy asses" os alunos que se recusaram a ficar a ouvir o seu "discurso".
Era suposto Dan Savage (sodomita) fazer um discurso em torno do anti-bullying na "National High School Journalism Conference" patrocinada pela "Journalism Education Association" e a "National Scholastic Press Association" no entanto, o evento tornou-se num episódio de ataques ao Cristianismo e aos Cristãos.
Rick Tuttle, assessor jornalístico para a Sutter Union High School na Califórnia, era uma das milhares de pessoas presentes entre a audiência. Ele diz que as pessoas pensavam que o discurso seria sobre uma coisa, mas que se tornou sobre outra
Pensei que o tópico do discurso seria o anti-bulllying mas o que se verificou é que o mesmo tornou-se num ataque directo às crenças Cristãs.
Tuttle disse que um significativo número de estudantes ofendeu-se com as observações de Savage e decidiu abandonar o auditório.
O ambiente tornou-se hostil. Tornou-se hostil à medida que estávamos presentes na audiência, especialmente para os Cristãos que partilham das crenças que ele [o sodomita Dan Savage] estava literalmente a atacar.
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Resumindo: um activista homossexual foi convidado para encorajar os alunos a comportarem-se de modo mais civil uns para com outros alunos. Em vez dele levar a cabo a missão para qual ele foi convidado, o activista aproveita o púlpito escolar para lançar ataques ao grupo ideológico menos susceptível de acreditar que o homossexualismo é um comportamento sexual normal, saudável e recomendável: os Cristãos.
Para finalizar o discurso anti-bullying, o activista homossexual insulta (bullying?) as alunas e os alunos que se recusam a ficar a ouvir os seus ataques aos Cristãos.
Tudo em nome do anti-bullying.
Torna-se cada vez mais óbvio que os activistas homossexuais não querem - nem nunca quiseram - apenas e só "tolerância". O que eles querem é o mesmo que toda a esquerda militante quer: louvor, elogios e poder - ao mesmo tempo que planeiam criticar, silenciar e exercer bullying sobre qualquer pessoa que se atreva a criticar o seu auto-destrutivo comportamento sexual.
O vídeo que se vê mais embaixo mostra um pouco disto em acção - junto da grande hipocrisia dum orador anti-bullying a exercer bullying sobre alunos e a encorajar outros que façam o mesmo. Naturalmente que quem discordar com ele é um "bully" na sua mente.
Isto só demonstra que o "diálogo" com os activistas homossexuais (ou outro membro da esquerda militante) é algo totalmente desnecessário e inconsequente. As pessoas esquecem-se sempre que o que torna o diálogo possível são valores comuns. Entre o activismo activismo homossexual e o resto da sociedade não existem valores comuns suficientes necessários para a produção de respeito e entendimento mútuos.
Com um grande número de pessoas actuais o diálogo é impossível precisamente porque o diálogo é para elas uma plataforma de ridículo e de ataques e não uma forma de se chegar a um entendimento.

Advogados LGBT Processam Pastor por “Crime Contra a Humanidade”

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 27 de abril (C-FAM) Um escritório de advocacia conhecido por táticas de busca de publicidade está processando um pastor americano num tribunal federal dos EUA porque ele criticou a homossexualidade em Uganda.
Scott Lively
O Centro de Direitos Constitucionais (CDC) diz que o pastor e advogado Scott Lively cometeu “perseguição”, um “crime contra a humanidade” conforme definição dada nos Estatutos de Roma do Tribunal Criminal Internacional.
O CDC entrou com o processo nos EUA em favor de um grupo homossexualista de Uganda chamado Minorias Sexuais de Uganda (SMUG) e está usando a Lei de Reivindicações de Delitos Estrangeiros, um estatuto antigo e muito polêmico que permite que estrangeiros entrem com processos em tribunais dos EUA por violações de leis internacionais cometidas fora dos EUA.
O SMUG acusa que Lively “trabalhou amplamente com importantes líderes políticos e religiosos anti-homossexualismo em Uganda com o total propósito e objetivo de privar indivíduos LGBTI de seus direitos fundamentais” derrotando legislação antidiscriminação sobre orientação sexual e identidade de gênero, e introduzindo um projeto de lei aumentando penalidades contra a homossexualidade.
Pamela Spees, porta-voz do CDC, disse ao jornal New York Times: “Isso não é só baseado no discurso dele. É baseado na conduta dele”. O processo afirma que Lively “viajou para Uganda duas vezes”, “falou num ‘Seminário sobre Desmascarando a Agenda Homossexual’” “realizou uma conferência de pastores de um dia inteiro permitindo apenas meios de comunicação convidados”, “palestrou para estudantes na Universidade Nkumbe sobre os ‘Perigos da Cultura da Pornografia’”, “dirigiu um culto na Universidade Cristã de Uganda”, “se encontrou com os vereadores de Kampala” e outras atividades que o grupo considera condenáveis e merecedoras de ações legais.
O SMUG afirma que seus membros têm sofrido “graves privações” de “liberdade de expressão, associação, reunião e imprensa… de serem livres de ataques à sua honra e reputação”, e temores de intimidação, prisão arbitrária e danos físicos, inclusive morte.
A queixa começa com a afirmação explosiva de que o assassinato a pauladas de David Kato, membro do SMUG, está de certo modo ligado ao trabalho de Lively em Uganda. Mas não há uma só menção de que o homem que Kato tirou da cadeia, pagando-lhe a fiança, confessou que o matou por fazer exigências sexuais indesejadas. Ele foi sentenciado a 30 anos de prisão.
Legisladores de Uganda introduziram um projeto de lei que criminaliza a promoção da homossexualidade. O projeto incluía a pena de morte para um indivíduo com AIDS que se envolvesse com sexo homossexual com uma criança menor de idade ou com uma pessoa deficiente, ou se o criminoso cometeu o crime várias vezes. O projeto de lei não foi aprovado.
Lively ficou desapontado que a legislação é “muito dura”. Ele defende soluções centralizadas em reabilitação, não castigo.
Lively chamou as acusações contra ele de “absurdas”. “Deduzir que meu discurso e artigos e livros sobre a homossexualidade subjugaram a inteligência e independência do governo e população inteira de Uganda, dobrando-os diante da minha vontade supostamente nefasta é uma premissa impressionantemente ofensiva e racista”.
O CDC se descreve como “uma organização que tem o compromisso de usar a lei criativamente como uma força positiva para mudar a sociedade”. O CDC foi cofundado por William Kunstler, que se descreve como um “advogado radical” famoso por representar ativistas políticos e sociais às vezes violentos. O escritório de advocacia usa os tribunais para avançar o trabalho dos ativistas. Sua estratégia é “Sucesso sem vitória”, isto é, escolher casos que não vão ganhar, mas gerarão publicidade ou animarão os ativistas.
Tradução: Julio Severo

sexta-feira, 20 de abril de 2012

PLC 122/06: a vitória dos derrotados

Dr. Fábio Blanco
Ceder, muitas vezes, não significa abrir mão de algo, mas, sim, a concretização plena de seus objetivos. Quando a bancada evangélica anunciou, há algum tempo, que apresentaria um substitutivo ao Projeto de Lei 122/06, preservando as igrejas no direito de expor seus pensamentos acerca da homossexualidade, muitas pessoas comemoraram, quando, na verdade, deveriam lamentar.
Isso porque o sonho dos inimigos do cristianismo não é destruí-lo, mas calá-lo. Aprenderam, com a experiência, que tentar eliminá-lo é fortalecê-lo. Fora assim com os mártires, é assim com a Igreja Perseguida atual. Então, em uma lição aprendida desde o início dos movimentos revolucionários, ficou claro para os inimigos de Cristo que melhor do que tentar acabar com a Igreja, mais eficaz é encerrá-la em seus templos.
A Europa Ocidental, que já iniciou seu inverno cristão, não caminha para a proibição da existência da religião, mas, claramente, tem, de maneira progressiva, a sufocado, hermeticamente, no interior de suas próprias paredes. A China, que há tempos tem experimentado um avivamento espiritual de sua cristandade subterrânea, começa, por meio de seu governo, a cooptar os líderes cristãos, como forma óbvia de bloquear sua influência espiritual sobre o povo. Foi assim, também, em outros movimentos anteriores: mantiveram a igreja formalmente existente, porém com sua voz restrita aos púlpitos.
Aqui, o PLC 122/06 foi apresentado com uma redação extrema, que teria como consequência, caso aprovado, a total proibição da manifestação contrária, onde quer que fosse, ao homossexualismo. No entanto, se engana quem acredita que o plano dos idealizadores dessa lei era, realmente, a proibição total. Não que esse não fosse o sonho utópico dos camaradas anticristãos, mas eles sabem que tal extremo seria um verdadeiro alimento em favor das próprias igrejas.
Por isso, quando se apresenta um projeto desse tipo, o planejamento já prevê a cessão. Como bons comerciantes, sobem o preço ao absurdo, a fim de concretizarem a venda no valor que lhes apraz. No caso, apresentam uma proibição total para, no processo de negociação, chegarem ao que lhes parece ser o ideal possível: a igreja vedada em seus templos.
Entendendo essas coisas, fica evidente que a ação da bancada evangélica no Congresso, principalmente representada anteriormente pelo senador Marcelo Crivella, ao apresentar um substitutivo que apenas preserva a manifestação interna da Igreja, nada faz além de confirmar exatamente o planejamento inicial dos homossexualistas. Nesse caso, a aparente vitória é a mais fragorosa derrota.
Considerando, ainda, que esse senador e outros integrantes da bancada evangélica apoiaram o mesmo governo que promove a agenda gayzista, é possível, sim, levantar a hipótese de que tudo isso não passa de um jogo de cena a fim de agradar o movimento homossexual governista e também agradar (ou enganar) os próprios cristãos.
Portanto, quem vê na ação dos parlamentares evangélicos um grande movimento em defesa da fé e da verdade, pode estar sendo conduzido a festejar a própria condenação e derrota.
No caso, não cabe negociação. Para quem defende a liberdade, a única opção é a oposição completa ao projeto de lei.
Divulgação: www.juliosevero.com

Malafaia na Avon: Ativistas gays querem impedir venda dos livros de Silas Malafaia nas revistas da Avon



De acordo com o site Verdade Gospel ativistas gays estariam enviando e-mails para a Avon pedindo para que a empresa retire a venda dos livros do pastor Silas Malafaia de seus catálogos.

A Avon é uma das maiores empresas do ramo de revenda por catálogos no Brasil e no folheto “Moda Casa Avon” vende livros e até CDs de diversos temas, incluindo títulos evangélicos.

Ao que parece os ativistas estariam se unindo para impedir que os produtos do pastor assembleiano sejam revendidos nesses catálogos. Comentando o assunto, Malafaia diz que os evangélicos representam cerca de 30% das vendas da Avon, um número bastante expressivo.

“Eles são tão abusados que pensam que com ameaças vão nos calar. Querem cercear através do império do medo. É importantíssimo você enviar seu protesto para a Avon e conclamar outros a fazerem o mesmo”, diz Malafaia que volta a dizer que esse grupo são os mais intolerantes da pós-modernidade.

Não é a primeira vez que ativistas homossexuais tentam barrar as palavras do pastor, processos pedindo a cassação de seu registro como psicólogo já foram abertos e até mesmo um processo para classificar o programa Vitória em Cristo como impróprio, obrigando as emissoras a mudar o horário da programação de Malafaia.

“[os ativistas gays] Estão me dando elementos como nunca para que o PLC 122 seja definitivamente enterrado, pois se antes de ter leis que dão a eles privilégios, eles já se acham no direito de perseguir e intimidar aqueles que são contra seus ideais, imaginem se a lei for aprovada”.




Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Travestí Macumbeiro proíbe aulas de Cristianismo por não lhe aceitar, no Rio Grande do Sul.

Professora transexual da rede pública troca ensino de religião por ética em escola gaúcha

Professora da rede estadual do Rio Grande do Sul, Marina Reidel aguarda o título de mestre para fazer a cirurgia de troca de sexo

Marina Reidel viveu em Montenegro, distante a 66 quilômetros de Porto Alegre, por 29 anos, como Mário. Com essa idade se mudou para a capital e iniciou a transformação que lhe encheu de curvas e moldou um rosto feminino. Revolução semelhante, a professora promoveu no exercício da profissão ao fazer uma escola pública abolir o ensino religioso do currículo e adotar as aulas de ética. Agora, estuda para terminar o mestrado em Educação e fazer a cirurgia de troca de sexo.

Descendente de alemães, Marina foi criada pela família com amor, porém, não com o diálogo que precisava para tratar da sua orientação sexual, que era claramente expressa em suas brincadeiras de criança. Ela se identificava muito mais com as “coisas de menina”. Mas isso nunca foi encarado pelos pais.

Assim, ao final da adolescência, Marina iniciou sua formação no magistério, no Instituto de Educação São José, em Montenegro, administrado pelas Irmãs de São José. Foi justamente em um colégio de freiras que ela concluiu o Curso Normal em 1986 e teve a habilitação para ensinar crianças do ensino fundamental.

O passo seguinte foi começar uma graduação. De Montenegro até Novo Hamburgo eram 44 quilômetros percorridos cinco dias por semana para ir e outros 44 quilômetros para voltar. O esforço rendeu o diploma em Artes pela Universidade Feevale.

Nesta época, Marina já era professora da rede pública do Estado e dava aulas em sua cidade natal. Contudo, na cidade que hoje tem pouco mais de 30 mil habitantes, sentia que jamais poderia ser, por completa, quem gostaria. Então, desfez laços e foi para Porto Alegre. “Eu precisava desse rompimento para começar minha transformação”, relembra.

O processo foi gradual. Começou pelo cabelo, que deixou crescer. Passou a usar brincos e, finalmente, adotou definitivamente Marina como o seu nome social. O passo mais importante veio em 2006, após três anos ensinando na escola estadual Rio de Janeiro, novamente em Montenegro, sua cidade natal. Ela tirou licença para promover uma verdadeira metamorfose com ajuda de hormônios, cirurgias plásticas e o implante de protestes de silicone no busto.

Precavida, a direção da escola promoveu palestras sobre o tema e comunicou aos alunos que a professora não seria a mesma quando retornasse. Mesmo sabendo das conversas, Marina ficou cautelosa. "A gente aprende a sempre esperar o pior", admite ao falar da expectativa que tinha antes de voltar a dar aulas.

Mas a surpresa foi positiva e Marina não enfrentou grande resistência de alunos, pais ou colegas e direção. "Claro que causou espanto, mas em nenhum momento houve problemas sérios", conta.

A “vitória” deu força a Marina que, então, propôs, desta vez, uma revolução pedagógica. Quando voltou às aulas, coube-lhe ensinar a disciplina de ensino religioso. Ela sugeriu uma mudança no currículo: trocar religião por ética. A escola chamou pais e alunos, realizou debates e chegou a conclusão de que Marina tinha razão. E assim foi.

"Eu sou de religião africanista (Mácumba, Camdomblé, Umbanda, Feitiçaria) e entre os alunos da escola existe uma variedade grande de credos", justifica. "Além disso, eu também não poderia ensinar sobre uma religião (Cristiansimo) que sequer me aceita como sou". Hoje, o programa da disciplina de Ética e Cidadania aborda temas como homofobia, aborto, racismo e drogas.

Para o próximo ano, Marina tem duas novas etapas importantes na vida. Até agosto de 2013 ela deve defender a dissertação de mestrado em Educação pela Universidade do Rio Grande do Sul. Sua pesquisa é baseada em depoimentos de 40 professoras travestis e transexuais espalhadas por escolas de todo País. Quando conseguir o título, irá se submeter à cirurgia de mudança de sexo. “Estou esperando esse momento, que considero o melhor”.

Depois disso, Marina deve deixar as salas de aula e ir trabalhar na Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul.

Casamento Hétero x "Casamento" Gay - Onde está a Insanidade?

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Rússia rejeita planos gayzistas do grupo G8

O membro do governo russo Sergei Ryabkov afirmou que o seu país distanciou-se das palavras que emergiram duma declaração do G8 onde os homossexuais eram destacados como um grupo distinto cujos direitos deveriam ser protegidos.

Ryabkov disse o seguinte aos jornalistas:

Já afirmamos repetidamente que a Federação Russa condena qualquer tipo ou manifestação de descriminação. Nós prosseguimos com a crença de que uma censura da descriminação no actos legais internacionais em torno dos direitos humanos são abrangentes e afectam todos sem excepção.

Estas normas são mais do que suficientes. Todos os estados deveriam observá-los de forma integral.

Ao mesmo tempo, a leis internacionais não possuem normas distintas que regulam a protecção de pessoas tendo em conta a sua orientação sexual ou a chamada "identidade de género".

Com esta conexão, não podemos concordar com tentativas artificiais de destacar esta categoria de pessoas como um grupo independente alegando que os seus interesses e direitos devem ser protegidos de forma especial.

Ryabkov atacou também as manobras que tentam impor a visão homossexual na sociedade:
Acreditamos que a promoção agressiva de certos comportamentos e sistemas de valores, que podem ser um insulto para os sentimentos duma considerável porção da sociedade sob o pretexto de proteger os representantes das minorias sexuais, é inadmissível.

Devido a isto, nós dissociamo-nos das porções escritas relevantes da declaração (...) .

As palavras da Declaração do Encontro dos Ministros dos Negócios Estrangeiros diz:
Os ministros reafirmam que os direitos humanos e as liberdades fundamentais são direitos de nascença de todos os indivíduos, macho e fêmea, incluindo lésbicas, gays, bissexuais ou indivíduos transgénero.

Em muitos países do mundo estes indivíduos frequentemente enfrentam a morte, a violência e a descriminação devido à sua orientação sexual.

O ponto de vista russo é reflectido numa frase distinta debaixo duma nota de rodapé:
A Federação Russa desassocia-se da linguagem fornecida dada a ausência de qualquer definição explícita ou provisão relacionada com tal grupo ou tais pessoas como possuidores de direitos distintos segundo as leis internacionais em torno dos direitos humanos.

Fonte

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O grupo mundial que mais sofre perseguição são os Cristãos mas os políticos europeus e americanos estão mais preocupados com os "direitos" de quem gosta de inserir o seu apêndice no ânus de outro homem - ou os direitos de quem num dia se acha uma mulher mas no dia seguinte já é um homem - e não nos direitos de quem apenas quer ser deixado em paz e adorar o Senhor Jesus Cristo.

Como diz o representante russo, não há necessidade de destacar a comunidade LGBT acima do resto da população. Se são direitos humanos os que têm que ser protegidos, então a comunidade LGBT - que é composta exclusivamente por seres humanos - já os tem protegidos. Pelo menos no ocidente.

Mas, claro, os gayzistas fazem isso por motivos puramente ideológicos - e não por genuína preocupação pela condição dos homossexuais. Nós sabemos disso porque os seus esforços de "defesa" dos "direitos" homossexuais são practicamente inexistentes nos países onde os homossexuais são executados em praça pública: os países islâmicos.

Agressão a gay por três lésbicas pode ser considerada "crime de ódio"

Vejam abaixo o caso curioso de três lésbicas que estão sendo acusadas de "crime de ódio de cunho homofóbico" nos Estados Unidos. Aproveitando a deixa, sabiam vocês que vinte e uma (21) pessoas foram condenadas nos Estados Unidos em 2010 por crimes de "heterofobia"?
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Boston Herald

25 de Fevereiro de 2012

Por Richard Weir
Três mulheres identificadas como lésbicas pelo advogado que as defende foram acusadas ontem (24) de cometer um crime de ódio por espancar um homem gay na Estação de Trem Forest Hills, Boston, em um caso incomum que segundo especialistas expõe a lógica perversa da lei de crimes de ódio.


“Acredito que nenhum júri com bom senso condenará as acusadas sob aquelas circunstâncias, mas o que isso realmente demonstra é a estupidez da legislação dos crimes de ódio”, afirmou o advogado pelas liberdades civis Harvey Silvergate. “Se você espanca alguém, você é culpado de agressão a um ser humano. Ponto. A ideia de tentar segmentar os seres humanos em categorias está condenada ao fracasso”


A acusação e a União Americana pelas Liberdades Civis – ACLU - de Massachusetts afirmaram que não importa a orientação sexual das acusadas; elas ainda devem responder pelo crime de agressão e espancamento com a intenção de intimidar, já que a agressão física foi acompanhada por uma linguagem de ódio, o que pode levá-las a dez anos de prisão.

“Um judeu pode ser anti-semita”, disse a advogada-chefe da ACLU Sarah Wunsch. “O simples fato de alguém pertencer a uma mesma classe não significa que não possa agir motivado por ódio ao seu próprio grupo”.


Mas Carolyn Euell, 38, mãe de duas acusadas, Erika Stroud, 21, e Felicia Stroud, 18, disse aos repórteres que a agressão não pode ser um “crime de ódio”, já que suas duas filhas são lésbicas.


A advogada de acusação Lindsey Weinstein afirmou que as duas irmãs e uma outra colega, Lydia Sanford, agrediram impiedosamente o homem com uma série de socos e pontapés após ele ter esbarrado nelas com sua mochila nas escadas da estação. Weinstein disse que a vítima, que teve o nariz quebrado, relatou aos policiais que acreditava “ter sido atacado por conta de sua orientação sexual” já que as três mulheres “o insultaram com xingamentos homofóbicos”.


A advogada de defesa Helene Tomlinson, que representa Sandord, disse ao juiz que sua cliente é “uma lésbica assumida... de modo que a acusação de atitude homofóbica é injustificada”. Ela afirma que o homem é que foi o agressor e que utilizou expressões de ódio racial: “ele provocou as mulheres”.


A defesa de Felícia Stroud, C. Harold Krasnow, afirmou: “Elas não sabiam qual era a orientação sexual dele, da mesma forma que ele não sabia a delas”.


Fonte via: http://gaysdedireita.blogspot.com.br/2012/02/agressao-gay-por-tres-lesbicas-pode-ser.html


Fonte: http://bostonherald.com/news/regional/view/20220225lawyer_lesbians_assault_on_gay_man_cant_be_hate_crime/srvc=home%26position=2

Menino é abusado por homem de 46 anos

A polícia de Itanhaém prendeu na manhã desta quarta-feira o homem acusado de estuprar um garoto de 12 anos. Segundo apurou a reportagem, Severino Manoel de Lira, de 46 anos, já havia sido preso por estupro de vulnerável e cumpriu metade da pena de 10 anos. Solto, voltou a fazer vítimas.

O menino de 12 anos foi abordado no último domingo, em uma lanchonete na Avenida 31 de Março, no bairro Belas Artes, em Itanhaém. Severino se aproximou da criança após ter ouvido ele comentar com um colega que a mãe não estava em casa.

Foi então que , aproveitando-se da ingenuidade do garoto, o maníaco se apresentou como um amigo e disse conhecer a mãe da vítima. Após convencer o menino de que sua mãe lhe esperava na casa dele (Severino), deixaram a lanchonete.

Ambos caminhavam para a casa de Severino, quando a vítima se arrependeu de ter aceito o convite e, desconfiado de que o desconhecido estivesse mentindo, disse que retornaria. Neste momento, o maníaco ameaçou matá-lo com uma faca.

Assustada, a vítima continuou caminhando. Os dois só pararam porque um amigo de Severino, que passava de carro pelo local, ofereceu uma carona. Os dois entraram no carro. O amigo perguntou a respeito da criança, mas Severino disse que ele iria trabalhar em sua casa.

Chegando ao imóvel, na Estrada Rio do Castro, ao lado do nº 422, no Bairro Jardim Fênix, a criança foi levada para a casa do suspeito, nos fundos de um sobrado. Lá, o garoto foi obrigado a manter relações sexuais. Os exames de corpo e delito confirmaram o abuso.

O suspeito deu R$ 30,00 para o garoto, o mandou ir embora e ameaçou matar a vítima e toda a família caso ele comentasse o que havia ocorrido.

A vítima voltou para casa e não comentou nada. A mãe, no entanto, percebeu o comportamento estranho do filho, que acabou revelando a verdade.

Enquanto registrava o boletim de ocorrência, o garoto lembrou do endereço do suspeito e ajudou a polícia. O maníaco foi detido na residência.

No sobrado, os policiais encontraram as luzes apagadas. Um sofá azul era o único móvel da sala. Ainda havia diversos colchões espalhados no chão.

A Polícia Civil investiga o caso para apurar mais detalhes e descobrir se o suspeito é responsável por outros crimes da mesma natureza na Cidade. (*)

(*) A lei 12.015, de 7.08.2009, acrescentou ao Código Penal o art. 217-A, contendo o tipo penal de estupro de vulnerável, assim definido: “Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos”. A pena cominada é reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos. A lei em questão, obedecendo aos ditames igualitários, passou a chamar de "estupro" a vítima constrangida de qualquer sexo. Como nossa lei penal é benigna e confere benefícios espúrios como "livramento condicional" para delinquentes perigosos e autores de crimes hediondos, tal qual reportado, a sociedade novamente sofre nas mãos destes canalhas criminosos, como é o caso deste menino. Se uma pessoa que estupra uma mulher deve ser punida com a morte, muito mais um homem que é sodomizado, pois o agravo é ainda maior, já que o ato é anti-natural e a dignidade do homem é muito mais abalada do que a da mulher, pois ele é violado em sua própria condição de homem. Com efeito, é melhor morrer do que praticar o homossexualismo, pois você pode não ter a possibilidade de salvar o corpo, mas salvará sua alma. Exemplo desse mal monumental é que Ló, diante de uma desgraçada escolha, ofereceu suas próprias filhas para terem parte com os abusadores em lugar dos homens estrangeiros (Gn 19, 8). Em suma: o homossexualismo é um ato pior que o estupro propriamente dito. Pior ainda quando a vítima é homem e criança. Não obstante, mesmo neste caso não defendo a justiça com as próprias mãos. O tal homem deveria ser punido com a morte, mas após um julgamento cercado com todas as cautelas e diligências, sendo-lhe oferecidos todos os seus direitos processuais, para, após a condenação, ele merecer uma morte digna, mesmo sendo um indigno. Infelizmente, isso não acontecerá, pois o máximo que poderá lhe ocorrer é ser torturado e barbarizado na cadeia, o que é repugnante para um regime que se diz "democrático de direito". É bem possível, igualmente, que ele novamente cumpra metade de uma nova pena e saia para fazer novas vítimas. Note, meu caro leitor, que em nenhum momento observamos na reportagem a presença da palavra "homossexual" ou "atos homossexuais". Obviamente, por dedução lógica o molestador era homossexual, já que a vítima era do sexo masculino. Enfim, se um homossexual é vítima de qualquer tipo de violência, seja ela justa ou injusta, a mídia gravita em torno das acusações de homofobia, reclamando a necessidade de leis especiais para favorecer os homossexuais. Quando, porém, um heterossexual é vítima de um homossexual, não se fala em "heterofobia". Ao contrário, o caso é simplesmente abafado e depois esquecido. A exceção são os padres e pastores pedófilos, que igualmente nunca têm exposta a sua condição de homossexuais, como se o fenômeno da pedofilia não fosse tipicamente um fenômeno homossexual. Estes aparecem sempre na mídia apenas para denegrir a imagem do cristianismo. Eis o duplo padrão do tratamento da mídia controlada e esquerdista dispensado aos heterossexuais e aos hoje privilegiados homossexuais.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Vitória de Cristo: Criança com anencefalia completa dois anos e meio de vida


Por Cláudia Brito

Diante de situações especiais, escolher amar de forma incondicional gera paz e revela a dignidade da vida humana. Assim aconteceu com Vitória de Cristo.

Quando ela tinha 12 semanas de vida, seus pais descobriram que ela tinha acrania, ou seja, sua calota craniana não havia se formado e suas estruturas cerebrais seriam danificadas em contato com o líquido amniótico. Mas mesmo tendo sido desenganada pelos médicos, que disseram que ela morreria logo após o parto, Vitória completou dois anos e dois meses de vida recentemente. Nesta entrevista exclusiva, Joana Schimitz Croxato revelou todas as bênçãos que recebe diariamente junto com seu marido Marcelo Almeida Croxato, através da vida da filha.


TF – Como foi receber o diagnóstico de anencefalia?


Joana Schmitz – Foi muito difícil, mas ao longo da gravidez quando eu comecei a sentir ela se mexer foi maravilhoso. Sentimos que estávamos no caminho certo. Acreditamos que Deus poderia mudar esta sentença, e decidimos amá-la da mesma forma como temos sido amados por Deus, de forma individual, única e incondicional.

Eu sempre tive o sonho de ser mãe e quando soube do diagnóstico o primeiro pensamento foi o de que passariam os nove meses e eu não teria a oportunidade de ser mãe porque meu bebê iria morrer. Mas a medida em que decidimos receber a Vitória e aceitá-la, eu percebi que estava me tornando mãe já na gestação e que não adiantava eu querer amar um outro filho se Deus estava me dando uma filha muito especial para amar. Eu me realizei muito como mãe.

Quando ela nasceu senti uma alegria imensa, uma paz muito grande, mesmo sem saber o que iria acontecer. Eu creio que essa paz vem de Deus, porque a gente decidiu colocar.

Ele acima dessa situação e deixá-Lo mostrar o que era melhor. Fomos surpreendidos com um lindo milagre, uma vida preciosa que temos visto se desenvolver diante dos nossos olhos, pela misericórdia de Deus.

TF – Qual foi o momento mais especial?

Joana Schmitz – Foi quando eu consegui amamentar a minha filha e quando Vitória recebeu alta do hospital, com cinco meses e meio. Foi um momento incrível e inesquecível. Parecia que esse dia nunca iria chegar, porque ela ficou cinco meses na UTI. Foi um sentimento indescritível quando a colocaram em meus braços e soubemos que poderíamos levá-la para casa.


TF – Como é o dia a dia com a Vitória?


Joana Schmitz – É uma alegria para a gente. Ela é o nosso tesouro, uma criança muito especial que só nos trouxe coisas boas. Ela exige alguns cuidados, existe uma preocupação um pouco maior. Fazemos um acompanhamento médico, mas é uma grande realização para mim. Eu nunca imaginei que iria me sentir tão feliz e realizada como mãe, cada pequeno progresso é uma alegria. É muito bom perceber o quanto ela sente o nosso amor e expressa alegria em viver em família.

TF – Como foi a escolha do nome da Vitória?

Joana Schmitz – A avó do meu marido se chama Maria Vitória e o meu marido tinha vontade que ela se chamasse Vitória. Um dia na Igreja ouvimos um louvor que falava o quanto Cristo na Cruz já tinha vencido a morte por nós, e eu senti no coração que era esse o nome que eu deveria dar para ela, porque independente do que iria acontecer. Pela nossa fé, acreditávamos que valeria a pena respeitarmos a vida dela e confiar em Deus.

As palavras bíblicas que dizem que no meio da tempestade Cristo está com a gente e que contam os milagres realizados por Jesus aumentaram a nossa fé. Nós sabíamos que a possibilidade dela sobreviver era remota, mas confiamos que Deus estava acima desse diagnóstico, que Ele estava no controle da situação, que existia um propósito para tudo e que algo especial viria junto com tudo isso. Essas certezas nos motivaram a confiar, a seguir em frente com paz e tranquilidade.

Nosso coração também foi tocado, antes mesmo de sabermos do diagnóstico da Vitória, pela palavra bíblica que diz: “Deus não é homem para mentir, nem alguém para se arrepender. Alguma vez prometeu sem cumprir? Por acaso falou e não executou?” (Nm 23,19). Essa promessa nos ajudou a seguir em frente.
A leitura da Bíblia nos lembra que os milagres acontececem a partir da nossa fé e que “tudo é possível para Deus” (Lc 1,37). Como eu poderia tomar essa decisão de interromper a vida dela, porque achava que ela não iria sobreviver? Sabia que Deus estava acima disso e que Ele poderia mudar o rumo da história. A vida da Vitória nos aproximou muito de Deus, nos ajudou muito a olhar para Cristo e a confiar.

TF – O que você diria a uma mãe que enfrenta uma situação semelhante?

Joana Schmitz – Crie um vínculo com o seu filho, dê tempo e espere para ver o quanto essa criança vai ser especial. Será uma emoção muito grande sentir esse bebê se mexer e crescer no seu ventre. Faça tudo o que você faria por um bebê que não tivesse esse problema e tenha esperança. É muito importante que a mãe não deixe ninguém tirar esse sonho e esse direito que ela tem de ter esse filho e de amar essa criança pelo tempo que ela viver, mesmo que seja pouco. É preciso lutar também para que o bebê receba todo o tratamento necessário e para que tenha qualidade de vida.

A Vitória é uma criança muito doce, muito especial, que demonstra o quanto ela se sente amada. Essa deficiência não a torna inferior ou menos merecedora de amor, e é uma alegria saber que ela tem uma história e é um exemplo.

Eu estou à disposição para ajudar no que for possível. Nós criamos um grupo de apoio para ajudar mães que enfrentam situações semelhantes, para que possamos trocar experiências e receber suporte emocional.

O link do Grupo Vida pode ser acessado pelo blog www.amadavitoriadecristo.blogspot.com.br, que eu criei para contar a história de Vitória.

Manifestação contra o aborto de bebês anencéfalos

No dia 11 de abril, o Supremo Tribunal Federal julgará a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), nº 54, para decidir se o aborto poderá ser realizado nos casos dos bebês anencéfalos. Para impedir a sentença de morte de crianças inocentes, diversos movimentos a favor da vida e dos direitos humanos convocam a população a manifestar-se contra o aborto.

Segundo o coordenador da Pastoral da Comunicação do Vicariato Jacarepaguá, padre Francisco Reinaldo Oliveira, que é pároco da Paróquia São Sebastião, existe uma pressão de uma minoria em relação a essa questão, e a sociedade, especialmente os cristãos católicos comprometidos com a defesa da vida, deve se mobilizar para manifestar o repúdio total a essa ação, porque a maior parte da população brasileira é contrária ao aborto.

“A vida é um dom precioso de Deus dado a cada um de nós, e em qualquer um dos seus estágios e circunstâncias jamais deve ser eliminada por qualquer fator que seja. Nada pode condicionar o direito à vida de uma pessoa, muito menos de uma criança que está para vir ao mundo. Uma atitude como essa seria arbitrária e contrária a tudo o que acreditamos e professamos como verdade de fé. Todos nós devemos manifestar a nossa rejeição a esta atitude, através de cartas e emails ao STF para que essa situação seja revertida”, afirmou o sacerdote.

No dia 10 de abril, a partir das 18h, os movimentos Legislação e Vida (São Paulo) e Pró-Vida e Família (Brasília) vão realizar uma vigília de oração. No site do Movimento Pró-Vida de Anápolis (GO), os internautas poderão ter acesso ao link da Campanha “Cartas ao STF pela vida dos bebês anencéfalos”, e preencher a carta que deverá ser enviada ao STF. Informações: www.providaanapolis.org.br.


Anencefalia: um fim no amor ou no lixo

A discussão da legalidade do aborto de um bebê anencéfalo envolve várias abordagens tanto científicas, quanto éticas e religiosas. A única verdade em comum está na definição técnica: anencefalia é uma malformação rara e grave que consiste na ausência de formação do cérebro, cerebelo e da calota craniana e que por isso leva o nascituro a um estado de morte eminente, principalmente após seu nascimento. Contudo, sempre é preservado nesses casos o tronco cerebral, que garante por instantes ou até mesmo dias ou meses o funcionamento, mesmo que desordenado das funções vitais.

As grandes discussões giram em torno de três questões: a primeira está no impasse se um bebê anencéfalo pode ou não ser considerado com morte encefálica no eletroencefalograma mesmo com atividade no tronco encefálico; a segunda está no relato de alguns casos reais de anencefalia (e não de malformações menos graves) que conseguiram ser viáveis por um tempo mais prolongado como dias e meses e a terceira está no que seria o pior sofrimento das mães desses anencéfalos: o de precipitar a morte de seu filho ou de levá-lo conscientemente até uma morte natural.

Independente de todas essas questões, sabemos que a anencefalia é uma doença grave, irreversível e que levará o bebê invariavelmente à morte. O que aqui discutimos primordialmente é como será esse fim: a mãe pode amar seu filho anencéfalo, trocar experiências e palavras de amor enquanto ele sobreviver e, assim, por meios naturais e dignos acompanhá-lo até a morte ou, se assim o STF deliberar, a mãe, sem o ter amado, decidir por antecipar a morte de seu filho e de forma violenta e indigna dá-lhe um fim numa lata de lixo. A morte é infelizmente inevitável, mas para os bebês anencéfalos estamos escolhendo o amor ou o lixo.

Paulo César Silva Tavares - médico pediatra formado e especializado na UFRJ

Comissão do Senado quer legalizar prostíbulos

casa de prostituição
Querem legalizar tudo no Brasil: ‘casamento’ gay, drogas, aborto, prostituição e agora mais essa, a casa de prostituição.

A notícia abaixo é do Portal Terra. CLAME a Deus pelo Brasil !

Comissão do Senado propõe uma reforma no Código Penal para colocar fim às punições a donos de prostíbulos e regulamentar as casas de prostituição no País. A proposta de legalização, elaborada por especialistas em direito, quer acabar com o chamado “cinismo” moral da atual legislação, já que a proibição só estaria servindo para que policiais possam extorquir donos desse tipo de estabelecimento.

Pela proposta, que deve ser enviada para a apreciação do Senado no final de maio, os trabalhadores, que deverão ter mais de 18 anos, terão de estar no prostíbulo de forma espontânea. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com o procurador Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, relator-geral da comissão, “a proibição não faz mais sentido”. O objetivo é preparar um anteprojeto para ser submetido aos parlamentares. Pela legislação atual, está sujeito a pena de 2 a 5 anos de prisão e multa quem mantém prostíbulos, sendo que a prostituição não é criminalizada nem regulamentada.

Se aprovada no Congresso, a mudança pode abrir caminho para a regulamentação da profissão, já que será possível estabelecer vínculos trabalhistas entre o empregado do prostíbulo e o empregador, como já ocorre em países como Alemanha e Holanda. No entanto, o texto contempla penas mais duras para quem explorar a prostituição de crianças e ou de adolescentes, estabelecendo reclusão de 4 para 10 anos de reclusão. A pena atinge quem praticar o ato e ao dono do estabelecimento.

Fonte: Terra/ via Holofote.net

Londres: campanha cristã em favor do casamento censurada

Em resposta a uma campanha visível nos autocarros londrinos que defende o "casamento" gay, um grupo cristão determinou-se a levar a cabo uma campanha sua onde se lê o que já se sabe há muito tempo: é possível sair do homossexualismo.

"Não gay! Pós-gay, ex-gay e orgulhoso. Aceite isso!". Esta era a frase que o grupo cristão Core Issues Trust tencionava colar nos autocarros da capital britânica a partir da próxima semana - em resposta a uma campanha dos activistas homossexuais pertencentes ao grupo Stonewall, organização que usa do poder estatal para avançar com a sua agenda política e sexual.

Na campanha deste último grupo lê-se "Algumas pessoas são gay. Aceite isso!" Claro que nenhum grupo cristão do mundo defende que sodomitas não existem.

As autoridades responsáveis pelos transportes de Londres cederam perante os activistas sodomitas e confirmaram que a campanha do Core Issues Trust foi recusada depois de "terem recebido várias queixas".

O motivo da recusa da campanha cristã deve-se à crença não cientifica de que é impossível alguém deixar de ser homossexual, algo que contradiz os vários testemunhos pessoas de ex-homossexuais espalhados um pouco por todo o mundo. Mas quem disse que a ciência importa alguma coisa quando se tem uma agenda política esquerdista a cumprir?

Desde o dia 1 deste mês, mil autocarros londrinos circulam com a campanha que promove a ideia de que a noção de casamento pode incluir pessoas do mesmo sexo, algo que não faz sentido nenhum visto que casamento é sempre a união entre duas pessoas do sexo oposto.

Fonte

Sodomita inglês propõe a proscrisção da "religião"

Reginald Kenneth Dwight, mais conhecido por Elton John, acha que seria boa ideia banir as "religiões". (Este ódio às "religiões" é bastante comum entre os activistas sodomitas.)

Reginald Dwigth defende que gostaria de vêr todas as "religiões organizadas" banidas e acusou-as de "tentar atrair o ódio contra os homossexuais".

Interessante. Ele é que defende a ilegalização da "religião organizada" (seja lá o que isso fôr) mas no entanto, acusa a "religião organizada" de concentrar ódio contra as pessoas com o mesmo vício que ele.

Segundo o Reginald, a "religião organizada" é deficiente no que toca à compaixão e por causa disso torna as pessoas em "lemingues cheios de ódio".

Mas o músico disse que ele "adora" a ideia dos ensinamentos do Senhor Jesus e as bonitas histórias que ouviu na escola Dominical. Pergunto-me se ele chegou a ler o capítulo 19 do Primeiro Livro da Bíblia:

Então o Senhor fez chover enxofre e fogo do Senhor, desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra. E derribou aquelas cidades, e toda aquela campina, e todos os moradores daquelas cidades, e o que nascia da terra.

O sr Kenneth Dwight acrescentou ainda que conhecia muitos sodomitas como ele que adoravam a sua religião. Ele não disse qual era a "religião", infelizmente. Além disso, nem me atrevo a perguntar onde é que ele conheceu esses "religiosos" sodomitas.

Os seus comentários foram feitos numa especial edição sodomita do "Observer Music Monthly Magazine", onde ele foi entrevistado pela Jake Shears (Scissor Sisters).

Acho que a religião sempre tentou direccionar ódio contra os homossexuais. . . . A religião promove o ódio e o ressentimento contra os gays.
De acordo com o compositor-cantor, a solução seria "banir a religião por completo, embora haja algumas coisas boas nela". O sodomita acrescentou:
A realidade é que a religião organizada não funciona. Ela transforma pessoas em lemingues odiosos e não é verdadeiramente compassiva."
Segundo o eminente historiador Reginald Kenneth Dwight, os problemas que os sodomitas experimentaram nas nações do bloco soviético, tais como a Polónia, a Lituânia e Rússia, foram causados por movimentos anti-gay que apoiavam a Igreja. Ele não diz quais foram os "problemas" que os dependentes do mesmo vício que ele "suportaram".

Repare-se também que ele coloca toda a "religião organizada" dentro da classificação "Cristianismo". Segundo ele, os problemas dos sodomitas foram causados por pessoas que suportam a Igreja. A sua solução é banir a "religião organizada" ( = Cristianismo).

O Reginald apelou aos líderes das religiões maioritárias que se reunissem para "discutir" os destinos do mundo. O músico acredita que, tal como as coisas estão, há um "desenvolvimento que nos pode levar à Terceira Guerra Mundial".

Eu disse o mesmo pouco depois do 11 de Setembro mas as pessoas pensaram que eu estava a ficar maluco. . . . Tem tudo a ver com o diálogo - é a única forma.

Coloquem os membros de todas as religiões e digam: "Oiçam, isto não pode continuar assim. Porque é que há tanto ódio?" Somos todos o povo de Deus; temos que nos dar bem e os líderes religiosos tem que mostrar o caminho. Se eles não o fizerem, quem o fará?

Eles não o farão e portanto terão que ser os músicos ou outros a lidar com a situação.

Redinald disse ainda que continuaria a lutar pelos "direitos" dos sodomitas. Não sei bem que "direitos" são esses, mas provavelmente deve ser o "direito" de ser o único grupo social cujo comportamento não pode ser de forma alguma criticado.
Vou continuar a lutar por esses direitos, quer seja silenciosamente por trás do palco ou mesmo vocalmente, mesmo que seja preso.
Sim, um homossexual a requisitar "direitos" para o seu vício tem grandes probabilidades de ser "preso" em Inglaterra.

Como acontece com frequência, a manobra do Reginald é uma forma de preparar o caminho para a censura de todos aqueles que se opõem ao seu vício sexual. O Reginald não quer que se resolvam os problemas do mundo; ele quer que se resolva o problema que o afecta de modo pessoal: a liberdade que as pessoas tem de criticar qualquer conduta, seja ela qual fôr.

Entretanto, enquanto os "líderes religiosos" não se reúnem para "salvar" o mundo, o Reginald vai tentando mostrar cenas de sexo com menores em séries de televisão:

[O Elton John] sondou [o criador de Glee] Ryan [Murphy] àcerca de alguns enredos que ele poderia tomar parte. Ele disse que uma das primeiras coisas que ele [Elton] disse foi:
O que eu gostaria era de ser teu amante mas acabar na cama com o Chris.
Claro que no programa Chris tem 16 anos, portanto isso seria um isco para ir parar à cadeia . . . . . Mas mesmo assim espero que ele faça parte do programa.
Dentro do contexto da série "Glee", os pensamentos homopedófilos de Elton John são ainda mais doentios uma vez que, na série, Kurt (o papel que Chris Colfer desempenha) é uma criança inocente, ingénua e bastante doce que não faz ideia nenhuma do que é o sexo, muito menos o homossexo.

Este é o homem que quer ilegalizar a "religião organizada".


elton john
Elton John 25 kilos mais novo.

Steve Abrams: "Não nasci nem escolhi ser homossexual"

Testemunho pessoal.

Acho que se pode dizer que sou um homossexual em recuperação. Não estou totalmente recuperado mas acho que identificar-me como homossexual seria incorrecto. Se calhar a melhor descrição do que eu sou é "alguém com tendências homossexuais".

Uma coisa que é preciso entender é que eu não acredito que alguém nasce homossexual. Digo isto com uma dor enorme porque a minha caminhada ou a minha vida não têm sido felizes. Muitas pessoas acreditam que nascem assim e afirmam que são felizes. Podem até ser, mas isso não significa que seja correcto. Muitas pessoas estão felizes com a sua condição mas eu não estou.

Mesmo quando vivia como homossexual na comunidade gay, sempre me senti desconfortável em relação a isso [homossexualismo] mas não poderia expressar isso a outros homossexuais sob pena de ser acusado de traidor e ter cedido à forma de pensar Cristã.

Mas a minha história tem que ser contada porque acredito que, embora estejamos em minoria, outras pessoas com tendências homossexuais estão também infelizes nesse estilo de vida e também estão incapazes de expressar o que sentem.

Eis então a minha história.

Como criança eu era inteligente e inocente mas era também muito fraco. Não tinha uma figura paterna com quem me identificar e como tal, identifiquei-me com as influências mais fortes presentes na minha vida, a minha mãe e outras mulheres. Assumi a sua identidade e perdi a minha identidade masculina. Acredito que há uma identidade espiritual masculina - não de uma forma machista ou pejorativa.

Quando assumi a identidade duma mulher, tornei-me como elas e perdi o contacto com a minha própria identidade. Consequentemente, a minha caminhada para Deus foi perturbada.

Quando era criança não fui abusado sexualmente e como tal, essa não foi a razão que me tornou no que sou hoje - embora eu pense que muitas crianças são abusadas sexualmente e isso pode leva-las ao homossexualismo. Isto depende de muitas coisas, e eu acredito na criança em si.

O meu pai morreu quando eu tinha apenas 5 anos. Devido à forma como foi educada, a minha mãe tinha uma raiva e desconfiança em relação aos homens. Esses sentimentos foram projectados em direcção a uma frágil criança que, posteriormente, identificou-se com os sentimentos da mãe e rejeitou a sua identidade masculina. Acredito que esta é a causa principal do homossexualismo. Há outras causas, mas esta é a principal.

À medida que fui crescendo, por volta dos 10 ou 11 anos, comecei a olhar para os homens de forma sexual. Isto, obviamente, perturbou-me visto que não sabia o que havia acontecido comigo. Causou confusão e conflito e é isso que tenho sentido desde então. Hoje entendo porquê.

Já em idade adulta, e depois de muita dor (sou seropositivo), apercebo-me que tudo o que eu pensava que eu era, e tudo o que me foi dito, foi uma mentira gigantesca.

Li com muito interesse os vários sites em torno dos Illuminati. Faz sentido que pessoas malignas, poderosas e milionárias, queiram controlar tudo e todos. A melhor forma de levar isto a cabo é destruindo a família - particularmente a relação entre as crianças e as figuras paternas.

A sociedade no geral está a aceitar a propaganda e a lavagem cerebral. Mesmo os Conservadores não se apercebem do que se está a passar. Todos encontram-se perdidos. Estranhamente, os Conservadores e os Cristãos parecem mais perdidos porque eles deveriam saber mais do que sabem, mas isso não acontece.

Muitos Cristãos sabem que a homossexualidade está está errada mas não entendem o porquê disso. Geralmente eles dizem coisas como "É uma escolha!" e eu posso falar por experiência própria: não é uma escolha. É uma compulsão gerada por mau desenvolvimento. Depois disto, ela torna-se um vício como o álcool ou as drogas.

Actualmente estou numa parceria civil com um homem e isso tem sido um problema para mim visto que a minha visão do mundo alterou-se. Esta parceria civil foi feita apenas por motivos económicos e nós vivemos como irmãos. Quero com isto dizer que não há qualquer tipo de relacionamento físico. Ele aceita isso.

Curiosamente, ele concorda comigo quando que digo que o casamento é para heterossexuais e que crianças criadas por um pai e uma mãe têm melhores probabilidades de ter uma boa vida. Ele também concorda que há uma excessiva presença do politicamente correcto e que a liberdade de expressão é importante, qualquer que seja a opinião. Portanto, talvez haja esperança para ele também.

Hoje tenho 51 anos e sou um homem que esbanjou a sua vida, com períodos de elevado tormento, e sinto-me perdido num mundo enlouquecido. Mas acordar para a verdade é melhor do que nunca ter acordado!

Fico perturbado quando vejo a forma como a sociedade levou uma lavagem cerebral de modo a aceitar a agenda homossexual. Penso também que nós, como sociedade, somos culpados por abandonar os nossos princípios e aceitar a dita agenda. É tempo da sociedade acordar!

Não sei se há esperança para a minha recuperação e para a vida que Deus tinha planeado para mim, mas sinto que este artigo é um bom primeiro passo.

Fonte
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Steve Abrams, de 51 anos, entende as causas do seu homossexualismo e guarda ressentimento contra a sociedade e contra os activistas homossexuais que lhe ocultaram a verdade.

Chegamos a um ponto da sociedade ocidental onde, por motivos puramente políticos, o Estado está a fomentar junto da população um transtorno do desenvolvimento.

Infelizmente, a maior parte da sociedade ocidental, desconhecedora dos verdadeiros propósitos da agenda gay, continua a olhar para as reivindicações dos activistas homossexuais como causas que giram em torno dos "direitos civis" e não como o que essas reivindicações realmente são: manobra política que visa destruir a família natural de modo a que a população seja mais facilmente controlada pela elite governamental.

Outra coisa que convém notar neste testemunho é a falta que uma figura paterna saudável faz na vida dum rapaz. Por melhor que seja a mãe, ela nunca pode ensinar a masculinidade a um rapaz.

A infiltrada lésbica

Uma policial lésbica conhecida como 'Lisa Filth' foi presa por ter disponibilizado informação confidencial a outras lésnicas da sua área. Lisa Stapley, de 39 anos e que foi recrutada precisamente por ser lésbica [?!!] , avisou uma amiga lésbica com uma mensagem (telemóvel) onde se lia "Sai de Wrexham! A polícia anda atrás de ti!"

Prendendo-a por 10 meses, e depois dela admitir 4 acusações de má conduta em actividade pública, o juiz Philip Hughes disse que ela havia violado a confiança que havia sido depositado nela.

O pior incidente ocorreu quando, 5 minutos depois de uma queixa de agressão ter sido feita, Stapley enviou uma série de mensagens à uma amiga alertando-a para sair da cidade. Para além de ter enviado 19 mensagens nesse curto espaço de tempo Lisa sugeriu possíveis estratégias e álibis a serem usadas no caso da amiga ser apanhada pela polícia.

O juiz Philip Hughes afirmou que, embora não existissem dividendos monetários com a situação, ela havia providenciado informação policial confidencial a outras pessoas.

O promotor público Paulinus Barnes afirmou que, quando a sua antiga parceira civil foi alegadamente agredida pela nova namorada, Lisa havia entrado no sistema das forças policias como forma de obter informação. Stapley enviou-lhe também uma mensagem dizendo:

Como é que ela se atreveu a fazer o que te fez? Deus lhe ajude se eu alguma vez voltar a vê-la.
A nova parceira entrou em contacto com a polícia de Wrexham e uma investigação subsequente revelou que em 9 momentos distintos Stapley havia entrado nos registos informáticos policiais relativos à sua antiga parceira.

Noutra ocasião ela deu à, então, parceira um documento impresso relativo a um incidente onde a filha duma colega de trabalho havia desaparecido. Para além disso, ela usou o seu Blackberry (disponibilizado pela polícia) como forma de fazer uma verificação ao passado dum vendedor de carros.

O seu advogado Patrick Cassidy afirmou que a cliente havia sido recrutada pela North Wales Police como parte da política em torno da igualdade e diversidade.

Stapley foi recrutada em 2008 e, inicialmente, não houve problemas com o seu trabalho. Mas depois disto, ela foi colocada na sua cidade natal de Wrexham - onde ela havia trabalhado durante 10 anos como taxista e onde ela era pessoa muito envolvida com a comunidade lésbica local.

A defesa afirmou ainda que ela sofria de depressão [irrelevante] e em 2009 a sua parceria civil desmoronou-se e a sua mãe morreu. "Ela notificou uma amiga" afirmou o advogado de defesa.

Não houve pagamentos ou corrupção para além do acto em si.
Quando entrevistada, ela afirmou que fez o que fez por motivos de "preocupação" e que ela se via como um "ponto de contacto não-oficial" para a comunidade lésbica de Wrexham. Ela disse ainda que recebia chamadas de pessoas não identificadas alertando-a para incidentes que ela se via na "obrigação" de pesquisar.

Fonte

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Aparentemente alguém se esqueceu de avisar a Lisa Filth que ela foi contratada para servir toda a comunidade e não a comunidade sexual com a qual ela se identifica.

Se o seu ordenado fosse pago exclusivamente pela comunidade lésbica, ainda se aceitaria que ela se dedicasse a trabalhar para ela. No entanto, o seu ordenado era pago pelos contribuintes (a esmagadora maioria, não-homossexuais) e estes não ficarão felizes em saber que o seu dinheiro foi usado para resolver questões domésticas homossexuais (em detrimento da justiça).

Outra coisa que convém notar é que a nova parceira da sua ex-namorada não teve dificuldade nenhuma em saber quem é que a estava a "tramar" dentro da polícia. Ou seja, a comunidade lésbica de Wrexham estava bem ciente que Lisa era sua "aliada" e que através dela, as lésbicas poderiam obter informação de outro modo barrada à população geral.

Tudo em nome da "diversidade" e da "igualdade", obviamente.

Alguns são mais iguais que outros, segundo Lisa Stapley.

Os fundamentalistas do Palácio

Dr. Márcio Luís Chila Freyesleben
Eric Voegelin chama de fundamentalista a pessoa que acredita em frases independentemente de seu significado. Quem acompanhou o debate no Supremo Tribunal Federal a respeito do aborto de bebês anencéfalos assistiu a um verdadeiro conclave de fundamentalistas. Era visível – irritante, eu diria – o esforço para criar uma realidade jurídica que, à evidência, era ficta, ou, valendo-me de outra expressão de Eric Voeglin, era uma “segunda realidade” (um “mundo como ideia”, diria o poeta Bruno Tolentino).
Tome-se a palavra feto, por exemplo. No vocabulário dos fundamentalistas do Palácio, essa palavra designa algo que se desenvolve no ventre de uma mulher e que, a depender da lúcida compreensão de conspícuos magistrados, será chamado de “pessoa” quando vier à luz, especialmente se o for de modo saudável. Nessa perspectiva, a palavra aborto ganha especial significado no vocabulário fundamentalista. A interrupção da gestação de um feto, que, por qualquer razão, os fundamentalistas do Palácio consideram não merecer a designação de pessoa, chama-se “antecipação terapêutica do parto”. Sobre o ser pessoa, então, os fundamentalistas dispõem de um arsenal de definições, todas muito bem exemplificadas do ponto de vista do direito patrimonial; sempre, porém, com aquela ressalva expressa de que o nascituro, para ser pessoa, precisa vir à luz com “vida”: precisa deixar de ser alguma coisa no ventre da mãe.
Mas nem só de desconstruir o sentido das palavras vivem os fundamentalistas do Palácio. Eles cultivam, com igual afã, a nobre arte de esvaziar o sentido das palavras, relativizando-as a ponto de já não significarem nada; ali permanecem moribundas, um flatus vocis. Refiro-me, especialmente, ao vocábulo composto “ser humano”, praticamente caído em desuso, feito arcaísmo. Modernamente, o vocábulo correto seria pessoa, ou seja, coisa que, saída do útero de mulher de modo saudável, tornou-se “alguém”.
E nem se diga sobre o destino de palavras como “fé”, “Deus”, “Cristo”, “caridade”, “vida”... Ah, sim!, os fundamentalistas são kantianos: de um lado a razão (a ciência, o racional, a objetividade), de outro a fé (a superstição, o irracional, o puramente subjetivo). Não é preciso dizer que, nesse particular, o argumento dos fundamentalistas beira ao deboche: “O Estado é laico!”, bradou aquele relator de pronúncia amaneirada. Por Deus! Do que esse homem estava falando? Quem é esse Estado que é laico? Quem é esse Estado senão o conjunto de seres humanos nascidos de mulher, feitos à imagem do Criador? Que é a vida humana senão o sopro do Criador?
O sopro do Criador é a centelha divina sem a qual somos apenas pó, sopro esse que se renova todas as vezes que o milagre da vida acontece, exatamente no instante em que, no ventre da mulher, o espermatozoide fecunda o óvulo. Isso é a realidade. Isso era o único fato objetivo sobre o qual deveriam decidir, mas que os fundamentalistas, porque habitam uma segunda realidade, desprezaram: os fundamentalistas são cegos por opção.
E quando o debate público já não encontra fundamento na realidade, quando a discussão não passa de mero produto verbal sem contato com o chão duro da experiência concreta, entramos no reino da loucura, onde tudo conta, menos o real. Se nem a presença de uma menina anencéfala de dois anos de idade, levada pela mãe diante dos olhos dos Ministros do Supremo, foi suficiente para demonstrar a inconsistência de tudo que ali se afirmava, então definitivamente aquela corte é um hospício.
Márcio Luís Chila Freyesleben é procurador de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais.
Divulgação: www.juliosevero.com
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