sexta-feira, 6 de abril de 2012

O exemplo dos negros de Nova York

Marcos Machado

Como se comportam os negros americanos face ao “casamento” homossexual?

Uma atualização de quadro a respeito do comportamento dos negros em Nova York é muito útil e necessária para quem se interessa vivamente pelo futuro da família.

Foi-se o tempo em que a mídia das décadas de 1950 e 1960 procurava mostrar os negros, nos EUA, como sendo uma força a serviço da revolução ou então da luta de raças.

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Recentes campanhas públicas da TFP americana na cidade de Nova York e muito especialmente nos bairros de predominância negra encontrou um apoio muito entusiástico. Pode-se afirmar, sem exagero nem medo de ser contestado, que a esmagadora maioria dos negros – uma porcentagem que passa de 95% – se manifesta contraria ao “casamento” homossexual.

Mais curioso ainda é o que poderíamos chamar do “calor” da reação nos negros novaiorquinos. Fazem questão de manifestar, à campanha da TFP pelo casamento tradicional, o mais vigoroso apoio.

Duas caravanas da TFP, fazendo campanhas públicas em cruzamentos de intenso tráfego, solicitavam aos motoristas: “buzine a favor do casamento tradicional”. Mas não havia apenas insistentes buzinas, muitos gestos entusiásticos demonstravam alegria de verem um movimento lutando contra o “casamento” homossexual.

“Deus criou homem e mulher”…

Em Chicago, numa concentração pela família tradicional, uma oradora negra arrancou os melhores e mais prolongados aplausos da plateia enquanto que um magote de homossexuais e lésbicas protestavam bem próximo de onde ela falava, mas por que eles ficaram especialmente irritados com o discurso?

A razão é que essa ativista tinha se desviado da lei natural na sua primeira juventude. E voltando ao bom caminho, passou a ser uma ativista anti “casamento” homossexual. Ora, esse tipo de mudança, os homossexuais não toleram.

Com aquele charme e ardor próprios aos negros militantes ela acrescentou: “Eu sou negra e o serei ate o fim de minha vida. Eu sou mulher e o serei ate o fim de minha vida. Eu fui uma iludida com o movimento lésbica e hoje sou uma pessoa casada com um homem, segundo a Lei de Deus.”

Sirva essa lição de encorajamento e exemplo a todos os brasileiros.

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