terça-feira, 23 de abril de 2013

Autonomia Eclesiástica e Legal


A Igreja Assembleia de Deus Monte Sião, situada na Rua João Salvador, 07 - Cohab III - Belo Jardim, inscrita no CNPJ 14.581.397/0001-67, constitui-se como organização religiosa, pessoa jurídica de direito privado, sem fins econômicos nos termos da lei vigente. É uma instituição autônoma e soberana em suas decisões. A mesma ou seus líderes, não está subordinada, bem como não é representada por qualquer outra instituição ou associação existente na cidade de Belo Jardim-PE.

Todas as nossas atividades, sejam elas trabalhos eclesiásticos ou de cunho social, são desenvolvidas e patrocinadas pelos membros da AD Monte Sião, exclusivamente. 

A AD Monte Sião, pode a qualquer tempo estabelecer convênios e parcerias com outras instituições e poderes públicos ou privados, com o objetivo de desenvolver projetos inerentes ao objetivo de sua existência e vocação. Todavia, sempre o fará por meio de seus membros e líderes; não dependendo para tal, da interferência de qualquer outra instituição ou pessoa.

Ressaltamos nosso apreço pelo relacionamento cordial e irmanado com as demais instituições congêneres, existentes na nossa cidade; bem como nos sentimos honrados sempre que contamos com a presença de representantes de outras igrejas evangélicas em nossos trabalhos ou quando somos convidados a participar igualmente suas atividades eclesiásticas.

Entendemos que, assim como o Senhor Jesus chamou para o apostolado 12 homens, com diferentes talentos e dons, os quais desenvolveram seus ministérios segundo o beneplácito de Deus, assim também os pastores e demais líderes que governam as igrejas evangélicas em nossa cidade, são pessoas de honra ilibada e capacitadas por Deus para o desenvolvimento de seus respectivos ministérios. De modo que são dignos de assim serem honrados. Todavia, o ajuntamento de dois ou mais destes supracitados em forma associativa, não representa todos os seus demais pares; consequentemente não representa as igrejas evangélicas, ou ainda, o povo evangélico desta cidade.

Somos gratos a Deus, Senhor e Salvador nosso, pela forma ordeira e respeitosa pela qual bom número dos pastores desta cidade tem se reunido, ainda que esporadicamente e informalmente, a fim de promoverem a troca de experiências entre si e formarem parcerias para juntos erigir a bandeira do evangelho de Cristo, sem o estabelecimento de hierarquias ou qualquer outra formalidade organizacional. Tendo exclusivamente o Espírito Santo de Deus por orientador e conselheiro; e juntos, colocando-se na dependência dEste, para louvor e glória de Deus pai.



 Pr. Flávio Nunes
Representante Legal - AD Monte Sião


domingo, 21 de abril de 2013

Dona Maria, tem frete ???


Na feira, mulher bonita não paga, mas também não leva. Lá, a freguesa encontra frutas fresquinhas, os melhores temperos e, na figura do feirante, um amigo com o sorriso no rosto. Lá se ver de tudo, mais nem sempre é notada a presença de certos profissionais anônimos, falo especialmente das crianças e adolescentes que pela madrugada deixam suas casas e seguem para as feiras livres e lá chegando, trabalham por cinco, seis horas, como carregadores de frete.

Particularmente, quando criança, também exerci tal "oficio" nas feiras de Belo Jardim. Também já vendi confeito, dudu, picolé, laranja, galinha e outros itens, além de pegar frete. Bom seria para a criança e o adolescente estarem totalmente dedicados aos estudos e as brincadeiras de criança, sem precisar desenvolver tais atividades. Todavia,  existe uma serie de fatores que promovem a necessidade do trabalho destes, tais com a conjuntura financeira familiar, a falta de alternativas de ocupação disponibilizadas pelos governantes, a própria vontade do garoto, etc. 

É muito interessante quando conversamos com os garotos e notamos que cada um se vê como um comerciante, que faz da sua carroça a sua empresa. Lembro-me que era uma ótima sensação, chegar ao fim da feira e ter o dinheiro necessário para comprar uma bermuda, um chinelo, ou ainda comer um pastel com caldo-de-cana, sem ter que pedir a ninguém. É certo que alguns até ajudam nas despesas domésticas, mas é uma pequena parte. Na grande maioria dos casos eles trabalham para manter suas necessidades pessoais. E então, é preciso levar em conta os valores adquiridos, tais como, o valor ao dinheiro e as conquistas individuais, responsabilidade, disciplina, relacionamento interpessoal, etc. 

Hoje, eu sou grato a Deus e a meu pai, que me permitiu ter tais experiências na adolescência e que contribuíram para minha formação pessoal e profissional. 

Sei que este é um tema controverso, pois muitos pensam diferentes e de mim e acham que nada disso deveria acontecer e que estes garotos deveriam estar em casa desenvolvendo qualquer outra atividade, que não de trabalho. Mas é preciso deixarmos de hipocrisia, se quisermos de fato intervir na vida dos adolescentes, que o façamos na vida dos muitos que em idade similar estão mergulhados nas drogas e na marginalidade. 

Por meio da Igreja Assembleia de Deus Monte Sião, temos acompanhado a vida de muitos destes garotos nos bairros do Santo Antônio, Cohab II e Cohab III de Belo Jardim, logo posso afirmar que, o fato dos garotos trabalharem na feira chega a ser um motivo para comemorarmos diante da situação de outros que ali vivem.

Assim, no dia de hoje, na Igreja Assembleia de Deus Monte Sião foi realizado um culto de gratidão ao Senhor pela vida de cada um daqueles que pegam frete nas feiras livres. Foi um momento de buscarmos a Deus, além de falarmos a cerca da unidade familiar, do perigo das drogas e da prostituição. Após o culto, nos saboreamos com um belo lanche preparado pelas irmãs. 




Pr. Flávio Nunes
AD Monte Sião
Cohab III - Belo Jardim / PE

terça-feira, 9 de abril de 2013

Agora o Brasil virou Sodoma e Gomorra de uma vez ....

AM: Justiça reconhece união estável de um homem com duas mulheres:

A Justiça do Amazonas reconheceu nesta segunda-feira a união estável de um homem com duas mulheres, que agora poderão receber seus direitos previdenciários e também resolver questões patrimoniais. O processo é de 2008, e foi aberto cerca de dois anos após o falecimento do envolvido na relação com as duas mulheres. A decisão abre possibilidade para que outras famílias em situações semelhantes possam pedir esse direito na Justiça. Ainda cabe recurso da sentença.
O homem, que já tinha sido casado, teve filhos com a esposa e, após separar-se, foi morar com uma das conviventes, com quem teve um casal de filhos. Enquanto estava vivendo com esta última, teve mais dois filhos com a outra mulher. 
Após a morte do companheiro, as duas mulheres ficaram impedidas de receber os direitos previdenciários e de resolver questões patrimoniais. A partir de agora, uma vez a sentença transitada em julgado, as duas poderão requerer esse direito.
Durante as audiências com o testemunho das duas mulheres e dos interessados - filhos do falecido -, além de depoimentos de vizinhos, colegas de trabalho e conhecidos dos envolvidos no caso, ficou claro ao magistrado que as duas mulheres não tinham conhecimento da existência uma da outra e nem dos filhos gerados nesses relacionamentos.
De acordo com o juiz responsável pela sentença que reconheceu a união, Luís Cláudio Cabral Chaves, da 4ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Manaus, a Constituição Federal de 1988 ampliou o conceito de família, antes entendida como aquela que se constituía pelos pais e filhos unidos por um casamento, regulado pelo Estado. 
"A Constituição Federal de 1988 ampliou esse conceito, reconhecendo como entidade familiar a união estável entre homem e mulher. O Direito passou a proteger todas as formas de família, não apenas aquelas constituídas pelo casamento, o que significou uma grande evolução na ordem jurídica brasileira, impulsionada pela própria realidade", explicou.
Ainda de acordo com o juiz, o reconhecimento de famílias paralelas é uma questão que deve ser enfrentada pelo Judiciário "Deixar de reconhecê-las não fará com que deixem de existir. Não se pode permitir que em nome da moral se ignore a ética, assim como que dogmas culturais e religiosos ocupem o lugar da Justiça até porque o Estado brasileiro é laico, segundo a Constituição Federal", acrescentou.


Terra

O PT impede a renúncia de Marco Feliciano porque não abre mão de seus criminosos na CCJ

Se a imprensa, boa parte dela ao menos, que cobre o caso Marco Feliciano (PSC-SP) estivesse empenhada em reportar os fatos aos que estão do outro lado da tela, em vez de tentar convertê-los ao progressismo, só um título — ou variantes com tal conteúdo — seria possível para deixar claro o que se deu nesta terça na reunião de líderes com o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara: é o que está aí no alto. Sim, foi isto mesmo: o PT impediu a renúncia de Feliciano à presidência da comissão. Ou, se quiserem, o PT mantém Feliciano.
Por quê? O deputado aceitou renunciar à presidência da comissão. Ele só impôs uma condição: que os petistas José Genoino e João Paulo Cunha renunciassem à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). É claro que acho uma boa proposta, até porque ela surgiu primeiro neste blog. E olhem, observei então e observo agora, que Feliciano não é oficialmente um criminoso; os outros dois são.  O que é um criminoso? O Houaiss explica: “que ou aquele que infringiu por ação ou omissão o código penal, cometendo crime; delinquente, réu”.
Vamos ver como a imprensa vai noticiar a coisa. Nos sites dos grandes jornais, já vi que a informação foi parar no pé. As TVs, pelo cheiro da brilhantina, tendem a omitir a condição que ele impôs, rejeitada pelo PT. Assim, os nobres coleguinhas vão esconder dos telespectadores pela segunda vez que os petistas são os responsáveis pela manutenção de Feliciano na comissão:
a) quando a recusaram para pegar postos mais importantes, deixando-a para O PSC;
b) quando recusaram a renúncia de dois deputados criminosos.
E por que vão esconder? Ah, porque não é “progressista”. Como estão em campanha em favor do casamento gay — e podem estar, tudo certo! —, todas as notícias passarão por esse filtro. Eu sempre defendi que os veículos de comunicação tenham agenda. Só os tiranos querem impedir que tenham. Mas distorcer os fatos não é parte do jogo.
Proposta excelente
A proposta de Feliciano era excelente porque se aumentava a moralidade média da CCJ, ainda que muito pudesse ser feito por ali. Notem que Feliciano não exigiu, por exemplo, a renúncia de José Guimarães (PT-CE), irmão de Genoino, líder do PT na Câmara e chefe daquele pobre coitado encontrado com a cueca recheada de reais e dólares. Até os semoventes sabem que o dinheiro não era dele. O sujeito mal falava; tartamudeava. E olhem que Feliciano não pediu a renúncia de Ricardo Berzoini (PT), presidente do PT quando estourou o caso dos aloprados. Que ele conhecesse parte da operação ao menos, isso está comprovado pelos fatos. E olhem que Feliciano não pediu, atenção!, a renúncia de Paulo Maluf (PP-SP). Sim, ele mesmo: Maluf, acreditem, é titular de uma comissão chamada de “Constituição e Justiça”.
Que eu saiba, só mesmo os líderes do PT, PSOL, PDT, PCdoB e PPS insistiram na renúncia. Os demais acabaram concordando com a permanência.  O PSDB nem mesmo participou da reunião porque considerou que não havia dispositivo regimental que a justificasse. E não há mesmo. Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara — imaginem se Feliciano tivesse proposto a renúncia de todo mundo que está enrolado com a Justiça… — cobrou que as reuniões da comissão voltem a ser abertas. Voltarão. Quero saber se o homem que responde pela segurança dos trabalhos na Casa Legislativa garantirá também as condições necessárias para a sua realização.
Se não garantir, Feliciano pode recorrer ao Artigo 272 do Regimento Interno e fechar de novo. E o artigo diz o seguinte:
Art. 272. Será permitido a qualquer pessoa, convenientemente trajada e portando crachá de identificação, ingressar e permanecer no edifício principal da Câmara e seus anexos durante o expediente e assistir das galerias às sessões do Plenário e às reuniões das Comissões.
Parágrafo único. Os espectadores ou visitantes que se comportarem de forma inconveniente, a juízo do Presidente da Câmara ou de Comissão, bem como qualquer pessoa que perturbar a ordem em recinto da Casa, serão compelidos a sair, imediatamente, dos edifícios da Câmara.
Para encerrar
Feliciano, certamente, não representa um monte de gente. Também diz tolices e inconveniências sobre a morte de Jesus Cristo. Ooops, errei, ele falou besteira sobre a morte daquele outro mais famoso, né?, o tal John Lennon, acho… Mas representa outros tantos, como se vê na foto abaixo, de André Borges, da Folhapress. Aqueles dois que estão ali não devem ter entendido, inclusive, que o deputado seja racista.
Aos inconformados, inclusive os do jornalismo, coma liberdade de expressão, resta-me repetir a fala do economista Walter Williams:
“É fácil defender a liberdade de expressão quando as pessoas estão dizendo coisas que julgamos positivas e sensatas, mas nosso compromisso com a liberdade de expressão só é realmente posto à prova quando diante de pessoas que dizem coisas que consideramos absolutamente repulsivas”.
Por Reinaldo Azevedo
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