quinta-feira, 5 de abril de 2012

A Homossexualidade e o Cristão O Que é a Homossexualidade ?

Frank Worthen

Quando nos dispomos a ajudar uma pessoa a superar sua homossexualidade, encontramos o fato de que muitas delas estão confusas sobre o que é verdadeiramente a homossexualidade. Muitas vezes a pessoa se identifica erroneamente como “homossexual”, criando assim um obstáculo a mais em seu esforço de aceitar sua nova identidade em Cristo. Há outros que não desejam aceitar seu problema homossexual e se recusam a enfrentar a realidade. Isto acontece muitas vezes com os pais de família ou parentes que não querem aceitar a homossexualidade de um ente querido. Para melhor compreensão deste problema, preparamos este artigo explicando nossa opinião sobre o que é verdadeiramente a homossexualidade.

Até agora, nem a comunidade científica, nem os grupos religiosos, nem os homossexuais têm chegado a um acordo sobre a definição da homossexualidade. Apesar disto, Lauwrence J. Hatterer, autor de “Mudando a Homossexualidade Masculina” deu esta definição:” Aquele que em sua vida adulta está motivado por uma atração definida, preferencial, erótica por membros de seu mesmo sexo e, quem, às vezes, porém não necessariamente, tem relações com ele”. Esta é uma definição adequada para se trabalhar com ela, porém, uma explicação completa da condição homossexual é mais profunda.

A pessoa nasce homossexual ?

A maioria das pessoas homossexuais crêem que elas “nasceram” homossexuais. Para muitos esta crença traz alívio e retira a responsabilidade de mudança. Porém, não existe evidência científica sólida de que uma pessoa nasce homossexual. A grande maioria das pessoas homossexuais são completamente normais geneticamente: são homens e mulheres completos neste sentido.

Conduta aprendida

Nós cremos que a homossexualidade é uma conduta aprendida, que foi influenciada por uma série de fatos: uma ruptura na vida familiar na infância, uma falta de amor incondicional da parte de algum dos pais, falta de identificação com o pai do mesmo sexo. Mais tarde estes problemas podem resultar em uma busca de amor e aceitação, inveja do mesmo sexo ou do sexo oposto, uma vida controlada por diferentes temores e sentimentos de isolamento. Parece que uma coisa está clara: a homossexualidade é causada por uma multidão de raízes. Seria simplista pensar em uma só causa: temor ao sexo oposto, incesto ou abuso sexual, mães dominantes e pais débeis e opressões demoníacas. Tudo isto pode ter parte nas causas da homossexualidade, porém, só um destes fatores externos na vida de uma pessoa, que são suas própria decisões, é que são importantes ao formar sua identidade homossexual, ainda que sejam poucos os que desejam admiti-lo.

Que diz a Bíblia ?

A Bíblia diz em cinco diferentes lugares que a homossexualidade é pecado: Lv 18: 22, Lv 20: 13, Rm 1: 26-27, I Co 6: 9-10 e I Tm 1: 9-10. Apesar das Escrituras ser muito clara sobre a conduta homossexual, algumas pessoas se perguntam: “A Bíblia também diz que os sentimentos homossexuais são incorretos?”

Depois de uma longa exposição sobre a homossexualidade, Rm 1:31 termina com estes versículos: “Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais cousas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.” É evidente aqui que o aprovar o estilo de vida homossexual é pecado. Cl 3: 5 diz: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria.” De acordo com a palavra de Deus, a luxúria sexual e a fantasia homossexual e heterossexual é pecado. Ao contrário, I Co 10: 13 nos assegura que a tentação não é pecado: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” Existe uma diferença entre tentação e pecado. Não podemos controlar por completo o que nos serve de tentação, porém está em nosso poder decidir se seguimos ou não esta tentação. Este poder de decisão se fortalece pelo Espírito Santo que vive em nós.

OS QUATRO ASPECTOS DA HOMOSSEXUALIDADE

O problema da homossexualidade é muito mais que um simples ato sexual. As pessoas que estão presas neste pecado têm ingressado no ambiente homossexual em algum grau. Para compreender melhor as circunstâncias da pessoa que busca ajuda temos dividido a homossexualidade em quatro aspectos diferentes: conduta, resposta psíquica, identidade e ambiente homossexual.

Conduta

Muitas vezes assumimos como verdade que todas as pessoas homossexuais têm encontros homossexuais, porém, este nem sempre é o caso. Assumimos também incorretamente que todo aquele que pratica atos homossexuais é homossexual. Porém, a verdade é que estes atos não são um indício verdadeiro de que uma pessoa seja ou não homossexual. Existe um número imenso de homens heterossexuais que têm encontros homossexuais por várias causas, como por exemplo, estar na prisão ou em outro lugar em que não seja possível o sexo heterossexual. Também não cremos que um garoto que tenha tido encontros homossexuais em tenra idade é um homossexual, a menos que estes encontros tentem preencher uma necessidade que não é satisfeita de outra maneira como a necessidade de amor, aceitação, segurança e significado.

Nestes casos estes encontros representam uma troca pelas necessidades não sexuais que se obtém através deles. É possível que estes encontros sejam sinônimos de satisfação destas necessidades. Isto pode levar a uma orientação homossexual. Apesar disto, as estatísticas revelam que, a maioria dos garotos que experimentam atos homossexuais os deixam para trás e amadurecem até uma vida heterossexual normal. Ao contrário, muitas pessoas homossexuais nunca têm encontros homossexuais devido ao medo ou a uma forte convicção religiosa, estas pessoas refreiam uma conduta homossexual, porém, têm uma intensa luta com a homossexualidade.

Resposta Psíquica

Uma breve definição deste termo é: “excitação sexual (estímulo) causada por percepção visual ou especulação de fantasia. A resposta psíquica é o que a gente chama também de “orientação homossexual”. Apesar de muitas pessoas dizerem ter experimentado atração visual ou sexual pelo mesmo sexo “desde que se entendem por gente” ou “tem uso da razão”, existe um padrão progressivo na vida de uma pessoa que conduz à uma resposta psíquica homossexual. O menino pode começar com a necessidade de comparar-se com outros para ver se satisfaz os valores impostos pela sociedade. Quando vê que ele não se compara favoravelmente com os demais, sente admiração por essas qualidade e características físicas que inveja, o que leva ao desejo de possuir a outros e finalmente, o desejo de consumir a outros.

Esse desejo se erotiza em algum momento resultando assim naquilo que se considera como a resposta psíquica. Esta resposta psíquica em tomar a vida de outra pessoa se inicia com um pouco de imaginação. Se imagina situações sexuais. Quando o primeiro encontro acontece pode ser o resultado de vários anos de planejamento e fantasia. Muito embora também, a conduta homossexual pode preceder a resposta psíquica, sendo resultante de uma resposta condicionada ligada à encontros prazerosos e satisfatórios com o mesmo sexo.

Identidade

Algumas pessoas entram na homossexualidade pela “identidade”. Pode ser que essas pessoas não tenham experimentado atração sexual pelo mesmo sexo ou não tenham tido nenhum encontro homossexual. Apesar disto, desde tenra idade essas pessoas se sentem “diferentes” dos demais. Se sentem anormais, como se não ocupassem um lugar no mundo heterossexual. Eles raciocinam desta forma: “se não sou heterossexual, então devo ser homossexual”. Está claro que esta é uma má interpretação. Uma pessoa que seja tímida, com medo do sexo oposto, falta de habilidades nos esportes e no social, não deve aceitar a identidade de “homossexual”.

Porém, as pessoas crescem dentro de identidades. Uma vez que se aceita uma identidade, começam a se desenvolver na vida da pessoa, as características que esta identidade implica. É por esta razão que é de muita importância aquilo em que acreditamos sobre nós mesmos.

Ambiente

Uma pessoa homossexual pode insistir que não tem responsabilidade alguma por sua identidade, sua resposta psíquica, nem ainda por seu primeiro encontro sexual, já que este pode ter sido forçado. Porém, toda pessoa homossexual deve arcar com a responsabilidade de haver escolhido entrar no ambiente homossexual. As pessoas entram neste estilo de vida em diferentes graus. Alguns vivem no mundo heterossexual a maior parte do tempo e somente buscam no ambiente homossexual encontros sexuais esporádicos e impessoais. Outros, ao contrário, mergulham totalmente na subcultura homossexual onde trabalham, vivem e se socializam em um ambiente totalmente homossexual.

Dentro destes dois extremos, existem todos os demais graus de aprofundamento nesse ambiente, porém, para muitas pessoas, é no ambiente homossexual onde elas têm sentido de alguma forma a aceitação em nível superficial. Apesar da aceitação disponível, o ambiente homossexual muitas vezes se torna uma forma de vida dolorosa e sem recompensa, especialmente para os homossexuais de idade avançada que já não são desejados sexualmente.

Como vocês podem ver, nestes quatro aspectos, a homossexualidade é um problema complexo com muitas definições e variações. Se alguém te diz: “eu sou homossexual” na verdade te disse muito pouco sobre sua pessoa. É necessário olhar sua vida mais profundamente para determinar até que grau a homossexualidade se tornou parte de sua identidade. Isto também pode ilustrar porque a homossexualidade pode ser um problema difícil de superar.

É verdade que a saída da homossexualidade não é fácil, porém há milhares que a tem abandonado e se tem tornado “novas criaturas em Cristo”. Muitos têm se casado e têm famílias, enquanto que outros se mantém solteiros e vivem vidas alegres dedicadas ao serviço de Deus. Deus nos dá os desejos de nosso coração. Satanás se descontenta quando alguma pessoa percebe o engano da homossexualidade e descobre a porta de saída. Há muitas batalhas para pelejar, porém, “maior é o que está em nós do que o que está no mundo”.

“Não temas, nem te desanimes, pois a batalha não é tua, mas sim, de Deus”.

( II Crônicas 20: 15 ).

www.exodus.org.br

(Traduzido em 12/02 por Ester Santana; revisado em 06/2004 por Helena Moreira)

Citações bíblicas: Edição Revista e Atualizada no Brasil

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Libertando-se do Homossexualismo

www.getsemani.com.br/biblia/estudos

I) INTRODUÇÃO
II) ARGUMENTOS A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO
III) CAUSAS, DESENVOLVIMENTO E CONSEQÜÊNCIAS DO HOMOSSEXUALISMO
IV) O QUE A BÍBLIA DIZ
V) PASSOS PARA A CURA
VI) A MÍDIA (PRÓ E CONTRA)
VII) ALGUMAS PERGUNTAS
VIII) A IGREJA E OS HOMOSSEXUAIS -
I – INTRODUÇÃO

Devido ao crescente interesse da sociedade pelo homossexualismo e à contínua imposição desse comportamento pela mídia televisiva, impressa e radiofônica, além de toda literatura que ocupa as principais prateleiras das livrarias e bancas de jornais, decidimos realizar este trabalho.

1. “Homossexualismo é genético”

As pessoas que utilizam este argumento afirmam que há “causas biológicas” para o homossexualismo. Segundo esse argumento, os homossexuais (tanto homens como mulheres) já nascem assim. Quem defende esta idéia procura sempre transmitir uma aparência de verdade cientificamente comprovada e inquestionável. Estudos para provar que o homossexualismo é genético já foram feitos, mas sem qualquer êxito. Muitos cientistas – alguns dos quais homossexuais e simpatizantes – têm-se esforçado em achar qualquer prova, mas tudo o que conseguiram foi fortalecer o fato de que o homossexualismo não é genético.

Este trabalho tem por objetivo esclarecer algumas das principais dúvidas sobre o tema e desfazer alguns mitos propositadamente criados pelos militantes do movimento gay. Nosso desejo é que cada pessoa que tiver acesso a este material possa examiná-lo de mente aberta e compreender que o homossexualismo jamais dará a última palavra na vida daqueles que buscam em Deus a porta de saída. Se isso acontecer, já nos sentiremos recompensados. Boa leitura!

Muitos argumentos a favor do homossexualismo têm sido levantados para justificar e/ou explicar porque alguém sente atração por pessoas do mesmo sexo. Dentre os mais comuns destacam-se os seguintes:


2. “Homossexualismo não é doença”

Se há uma coisa que causa verdadeira cólera entre os defensores da militância gay é dizer que o homossexualismo é doença. Não é necessário nem utilizar a palavra doença. Basta dizer que não é normal ou que tem cura, para que eles logo se manifestem
.

3. “A Psicologia admite o homossexualismo como natural”

Existem alguns psicólogos que incentivam a prática homossexual. Isso não deve causar admiração alguma, pois alguns homossexuais e simpatizantes da causa gay buscam os cursos de psicologia visando equilibrar sua própria vida emocional e acabam tornando-se os principais incentivadores destas práticas junto àqueles que os procuram na esperança de mudar.

4. “Eu nunca consegui prazer com pessoas do sexo oposto”

Isso não é difícil de entender. É a mente que responde prazerosamente ou não aos estímulos físicos através da visão, audição, tato etc. Se uma pessoa começa a se relacionar com outra do mesmo sexo e alcança prazer, ela será auto-estimulada a repetir o ato em busca de mais prazer. Cada vez que essa pessoa praticar o homossexualismo e alcançar prazer, estará reforçando o hábito, até chegar ao ponto de não se interessar mais pelo sexo oposto, pois sua mente já foi condicionada pelo prazer homossexual. Entretanto, do mesmo modo que o comportamento homossexual foi adquirido, poderá ser revertido.

O que a maioria das pessoas não sabe é que até 1973 a Organização Mundial de Saúde (OMS), entidade ligada à ONU, afirmava que homossexualismo era distúrbio psicológico. Essa declaração só foi removida depois de muitas pressões dos movimentos de militância gay e dos homossexuais infiltrados nas altas rodas do poder. Não houve nenhuma razão científica para essa modificação. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) baixou uma resolução em 23 de março/99 proibindo os psicólogos de dizerem para os homossexuais que eles podem ser ajudados a mudar sua orientação sexual

Contudo, a psicologia encara o homossexualismo como comportamento adquirido e para isso fornece diversas razões. Alguns psicólogos procuram levar seu paciente à mudança de comportamento. Isso nem sempre é possível utilizando apenas os conhecimentos da psicologia, mas há diversos casos de sucesso registrados.O próprio Sigmund Freud, o pai da psicanálise, encarava o homossexualismo como perversão.

5. “E o hermafrodita?”

Quem chega levantar esse tipo de argumento já provou que não entende nada de homossexualismo, menos ainda de hermafroditismo.

1. Causas

São diversas as causas do homossexualismo, porém sempre ligadas à vida emocional e espiritual. Há pessoas que foram iniciadas no homossexualismo quando eram crianças – na maioria das vezes por um adulto da família ou vizinhança. Outras pessoas foram vítimas de abuso sexual. Outros, ainda, cresceram em famílias desequilibradas, onde os papéis do pai ou da mãe estavam trocados ou indefinidos. Muitos gays e lésbicas trazem em seu histórico uma mãe dominadora e/ou um pai apagado. Quando o homossexualismo não é fruto de aliciamento ou violência sexual, sua causa mais comum é o desequilíbrio da família.

Cada pessoa desenvolve a homossexualidade de uma forma. Umas começam a utilizar roupas e acessórios do sexo oposto, ou seja, meninos que gostam de vestir roupas da mãe ou irmãs, passar batom, brincar só com bonecas etc. Meninas que só vivem brincando com meninos, têm todo jeito de menino e gostam de usar as coisas do pai.

3.Consequências.

Hermafrodita é a pessoa que nasce com duas genitálias, ou seja pênis e vagina. Essa anomalia se dá na formação do feto, mais especificamente na hora de definir o sexo do bebê.

Mas, preste muita atenção: apesar de o bebê nascer com, aparentemente, dois órgãos sexuais, ele só manifestará uma prevalência sexual (no hermafrodita uma genitália é falsa e outra é verdadeira) . E será justamente essa prevalência, somada aos exames médicos sobre sua constituição orgânica que definirão qual dos dois sexos deverá ser operado e inutilizado.

Na maioria das vezes só o órgão correspondente à sua verdadeira sexualidade nasce no tamanho normal. O outro é atrofiado. Muitas vezes, definida a sexualidade daquela pessoa, ela exercerá apenas o seu papel sexual de homem ou de mulher – nunca os dois.

Como esses casos são raríssimos e não justificam o homossexualismo nem mesmo na vida dos portadores dessa anomalia, é tolice querer justificar o comportamento gay/lésbico de milhares de pessoas fisicamente saudáveis utilizando tal argumento.

Não poderíamos deixar de citar as causas espirituais do homossexualismo. São inúmeros os casos de homens e mulheres que nunca sentiram qualquer atração por pessoa do seu próprio sexo, mas que depois de certos rituais religiosos começaram a manifestar tendências homossexuais e passaram a praticar o homossexualismo. Estes relatos vêm especialmente de pessoas envolvidas com umbanda, candomblé, espiritismo e religiões afins.

2. Desenvolvimento

Todavia, não podemos ser ingênuos ao ponto de pensar que todo mundo que se torna gay ou lésbica começa assim. Pelo contrário, há meninos muito masculinos e meninas muito femininas que podem vir a assumir a homossexualidade mais tarde. E outros que, mesmo tendo as atitudes que acabamos de descrever, não se tornarão homossexuais. Mesmo assim, os pais têm que estar atentos, mas sem pânico.

Existem pessoas que sentem tremenda atração gay ou lésbica, mas não admitem. Por isso tornam-se os inimigos nº1 dos homossexuais quando estão em público. Fazem piadas depreciativas, xingam, batem etc. Mas no fundo gostariam de praticar o homossexualismo, apesar de não perceberem isso conscientemente.

Outros lutam em silêncio, mas uma vez exaustos, assumem publicamente a homossexualidade. O mesmo acontece com os que não se declaram homossexuais, mas levam uma vida ativa em boates, saunas, bares, “points” em geral.

A maioria das pessoas heterossexuais (não gays ou lésbicas) pensa que todo homossexual tem o estereótipo popularmente conhecido como “bichinha” e toda lésbica é “sapatão” (machona). Isso é outro mito. É verdade que esse estereótipo existe, mas não se aplica a todos. Muitos homossexuais poderiam ser considerados “machões” à primeira vista e muitas lésbicas verdadeiras “musas”.b As aparências enganam, e muito!

Outro mito popular é que o passivo é mais gay que o ativo, ou seja, quem faz papel de “mulher” na relação sexual é mais homossexual que o que faz papel de “homem”. É importante lembrar que HOMOSSEXUAL significa “pessoa que sente atração por outra do mesmo sexo”, independente do papel que ela desempenha na cama. Além disso, a maioria dos homossexuais apesar de ter sua preferência, não é exclusivamente ativo ou passivo em todos os seus relacionamentos. A maioria, senão todos, já desempenha ou ainda vai desempenhar ambos os papéis. Isso vale para gays e lésbicas.

Há casos absurdos de vício homossexual. Só para exemplificar, gostaríamos de citar o seguinte:

Um caso comovente foi o que nos contou o pastor Antônio Carlos da Igreja Presbiteriana da Barra, RJ. Ele nos disse que certa vez estava evangelizando um rapaz que tentou convidá-lo para “sair” quando ele fazia caminhada numa praia do Rio. Foi quando ouviu do rapaz a seguinte confissão: “Sabe, apesar de ter tentado te conquistar, eu estou desesperado, porque quero sair do homossexualismo e não consigo. Quando transei com um homem pela última vez, quase vomitei. Mas não consigo evitar a compulsão.”

Graças a Deus e à compaixão que o pastor Antonio Carlos sente em seu coração pelos homossexuais, o jovem foi evangelizado e entregou sua vida a Jesus Cristo, encontrando-o alguns dias depois e contando o que Deus estava realizando em sua vida.

Há muitos outros casos que demonstram a angústia daqueles que desenvolveram hábitos homossexuais ao longo de suas vidas (Palavras dadas ao MOSES) .

As primeiras conseqüências do comportamento gay/lésbico são o agravamento dos sentimentos de culpa, solidão e depressão. Apesar do prazer momentâneo de relação sexual, o homossexual não consegue evitar as angústias causadas por seu comportamento.Por causa disso, muitos homossexuais se entregam a inúmeras aventuras, trocando de parceiros constantemente e correndo o risco de contrair doenças venéreas e AIDS.

Além disso, correm risco de vida por saírem, na maioria das vezes, com pessoas que não conhecem. As estatísticas brasileiras são claras: “A cada três dias morre um homossexual violentamente.”

Mas, as conseqüências podem ser tão variadas quanto os tipos de pessoas que praticam o homossexualismo. Por isso, há muitos que se entregam às drogas e ao álcool. Aliás, álcool, drogas e homossexualismo são como o famigerado Triângulo das Bermudas: muitos que entram em seu território, nunca mais retornam.

Além das conseqüências de ordem pessoal existem outras. A família sofre um golpe terrível ao descobrir que um dos seus membros é gay ou lésbica. A sociedade sofre porque o homossexualismo propicia práticas nada saudáveis como a pornografia, as drogas, o alcoolismo, a promiscuidade, a confusão mental (principalmente para as crianças), a prostituição etc. Quem paga a conta é sempre o contribuinte que acaba tendo seu imposto aplicado nas internações hospitalares, programa de recuperação química, encarceramento e outras iniciativas do governo que visam restaurar o que o submundo homossexual destruiu.

A própria AIDS que não é (diga-se de passagem) doença de homossexuais, apareceu primeiramente entre eles e depois espalhou-se por toda a sociedade por causa das trocas indiscriminadas de parceiros. A coisa acontece mais ou menos assim:

Um homossexual que tem AIDS transa com outro homossexual enrustido ou bissexual. Esse contrai a doença e depois transa com a esposa ou namorada. Um dia ele conhece outro homem e se relaciona com ele. Sem saber, transmite-lhe o vírus. Esse homem acaba transando com outras pessoas, e o ciclo continua.

Não poderia haver, do ponto-de-vista social, uma conseqüência mais desastrosa do que essa para a promiscuidade em que se encontra a nossa sociedade. Enquanto a mídia dá o seu colorido a essas práticas, muitas famílias entram no luto por causa da perda de seus queridos.

IV- O QUE A BÍBLIA DIZ

Antes de procurarmos saber o que diz a Bíblia sobre o homossexualismo, seria bom sabermos o que a Bíblia diz de si mesma e por que ela é tão relevante nessa discussão.

Em primeiro lugar a Palavra de Deus diz que “toda Escritura é divinamente inspirada por Deus e apta para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça…” ( 2Tm 3.l6). Jesus mesmo deu testemunho da singularidade das Escrituras Sagradas, utilizando-as para vencer as tentações no deserto e correlacionando seus ensinos, milagres e missão redentora ao que a lei, os profetas e os salmos disseram.

A Bíblia é a última palavra em matéria de fé e conduta. É interessante como todas as ciências tomam emprestado da Bíblia, mas a Bíblia não toma emprestado de ninguém. Ela é tão suprema e imutável quanto Aquele que a inspirou. Não se conforma aos nossos pontos-de-vista, mas exige que nós nos conformemos a ela. Por isso, jamais poderia ser ignorada ao tratarmos de um tema tão relevante como o homossexualismo.

Agora que já entendemos que papel a Palavra de Deus deve desempenhar em nossa vida, vejamos o que ela tem a dizer sobre o tema em questão enumerando seus ensinos para facilitar:

1. “Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher…?”

A indagação é do próprio Jesus em Mateus 19.4 e deixa claro que o homossexualismo contraria a intenção original do Criador, que nunca muda.

2. “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação”

A declaração é de Deus, dada a Moisés em Levítico 18.22 e deixa claro que Deus não admite a relação homossexual sob hipótese nenhuma.

3. “Ao anoitecer vieram dois anjos a Sodoma, em cuja entrada estava Ló assentado; este, quando os viu, levantou-se e, indo ao seu encontro, prostrou-se, rosto em terra… instou-lhes muito, e foram e entraram em casa dele… Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, assim os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló, e lhe disseram; onde estão os homens que à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles… Porém os homens, estendendo a mão, fizeram entrar Ló, e fecharam a porta; e feriram de cegueira aos que estavam fora, desde o menor até ao maior, de modo que se cansaram à procura da porta… Então fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a campina, e todos os moradores das cidades, e o que nascia na terra.” ( Gn l9 ).

Este texto dispensa comentários, mas está completamente de acordo com o próximo texto, sendo que o primeiro está no Velho Testamento e o segundo no Novo Testamento, provando que Deus não mudou como querem alguns, e que a Bíblia é una e sem contradições.

4. “Por causa disso os entregou Deus às paixões infames; porque até as suas mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro” ( Rm 1.26 e 27 ).

Diante de tudo isso, como pode alguém dizer que a Bíblia não fala sobre homossexualismo ou que aprova o comportamento gay? Todas essas passagens são apenas uma pequena parcela de tudo quanto a Bíblia tem a dizer contra esse tipo de comportamento.

A Bíblia não apenas condena o homossexualismo. Ela também oferece esperança real ao homossexual. O pecado não é mais velho do que a graça de Deus. Pelo contrário, a graça de Deus é inseparável do próprio Deus. É por isso que na igreja do primeiro século já havia homossexuais transformados pelo poder do evangelho.

Observe o que disse o apóstolo Paulo à igreja que estava na cidade de Corinto, na Grécia, país em que o homossexualismo e a pedofilia eram considerados normais:

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus ? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas… Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.”(1 Co 6.9-11 ).

É maravilhoso saber que há perdão e cura para o homossexual. O mesmo Deus que projetou e executou a criação do homem e da mulher é plenamente capaz de consertar o que o pecado danificou. O homossexualismo não precisa ser a última palavra na vida de ninguém. Deixe que Jesus dê a última palavra: “Se vós permanecerdes na minha Palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”(Jo 8.3l e 32).

Alguns tipos de estilo homossexual são: os assumidos, os enrustidos e os iludidos.

Os assumidos são os que decidiram reconhecer sua própria homossexualidade e tornaram-na pública. Não tem constrangimento em agir como gays ou lésbicas abertamente.

Os enrustidos são os que, mesmo reconhecendo-se homossexuais, não agem como tais quando em público. Praticam o homossexualismo, mas disfarçam sua condição.
Os iludidos são aqueles que praticam o homossexualismo, mas “juraram” para si mesmos que não são e jamais serão homossexuais.

Isso acontece principalmente com os gays ativos (que fazem papel de homens na relação) e lésbicas passivas ( que desempenham papel de mulher). Apesar de se esforçarem para não assumir sua homossexualidade, essas pessoas são homossexuais com todas as letras. Simplesmente não aceitam seu próprio comportamento, mas também não o deixam.

Relacionamos, abaixo, alguns passos que qualquer um precisará levar em consideração para alcançar a libertação completa das práticas homossexuais:

1º- Passo: reconheça que você tem sido realmente homossexual, mesmo não desejando mais isso;

2º- Passo: reconheça que você não nasceu gay ou lésbica, mas adquiriu esse comportamento por influências externas e carências internas e que, por isso, pode mudar;

3º- Passo: reconheça que ao praticar o homossexualismo, bem como outros maus comportamentos, você pecou contra Deus e precisa de Seu perdão. Arrependa-se e busque sinceramente a face de Deus;

4º- Passo: nunca duvide do amor e da graça de Deus, os quais foram plenamente colocados ao seu alcance pelo sacrifício de Jesus Cristo na Cruz do Calvário;

5º- Passo: entregue-se totalmente a Cristo e rompa com todo tipo de compromissos com o estilo de vida homossexual – inclusive amizades que podem te enfraquecer -, objetos, espíritos, ídolos etc.;

6º- Passo: participe de uma igreja evangélica que prega a palavra de Deus em sua totalidade, onde Jesus Cristo seja adorado exclusivamente. A convivência com cristãos comprometidos com Deus e nos quais você possa confiar é fundamental;

7º- Passo: procure um pastor que entenda do assunto para marcar um horário para aconselhamentos. Esses encontros poderão ministrar cura emocional e renovação espiritual. Um psicólogo cristão pode ser de grande valia, mas escolha seu psicólogo tão criteriosamente quanto escolhe o seu pastor;

Cada um desses passos jamais poderá substituir sua comunhão diária com Deus. Isso significa que sua vitória tem que passar pela oração e leitura bíblica diárias. Sem esse contato diário com Deus, você não se alimentará espiritualmente e obviamente enfraquecerá. Tudo isso pode parecer simples demais, mas da mesma forma que é relativamente simples o desenvolvimento da homossexualidade, a libertação também o é, mesmo que cause alguma tensão inicialmente.
Ninguém pode negar que a questão gay esteja mais presente na mídia atual do que em toda sua história. Os jornais, a TV, as revistas e tantos outros meios de comunicação têm dado ampla cobertura a todo e qualquer pronunciamento dos movimentos de emancipação homossexual, bem como eventos, points, manifestações etc.

Isso é tanto um reflexo do que está acontecendo na sociedade como um terrível incentivo à homossexualização da mesma. Muitas pessoas, por causa da curiosidade ou mesmo porque o homossexualismo está em “moda”, estão experimentando o comportamento gay/lésbico e ficando presas na sua teia.

Tendo isso em mente, cuidado com o que você lê. Alimente-se com boa literatura. Se necessário fôr, escreva às editoras manifestando-se contra essa onda de notícias pró-homossexualismo. Se não houver resposta positiva, boicote seus produtos. A maioria dessas editoras só entendem a linguagem do IBOPE.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O HOMOSSEXUALISMO

1. Só é homossexual quem faz o papel passivo (o de mulher) e nunca quem faz o papel ativo (o de homem) numa relação?

Não. Uma pessoa (homem ou mulher) que transa com outra do mesmo sexo, independente do papel que pratique no momento, é considerada biblicamente homossexual. Aliás, ser ativo ou passivo pode ser só uma questão de tempo.

2. Os ex-homossexuais que ainda carregam trejeitos são menos libertos do que os ex-homossexuais que não carregam nada em sua aparência que lembre o passado?

Não. A limpeza do coração quase nada tem a ver com aparência. Um rapaz crente pode ter ainda alguns trejeitos femininos e, no entanto, já ter sido totalmente liberto das práticas, pensamentos e sentimentos homossexuais. A mesma coisa pode acontecer com uma moça que tenha sido lésbica. Por outro lado, a experiência mostra que há rapazes e moças nas igrejas que foram homossexuais, não carregam nenhum trejeito, mas podem estar ainda envolvidos com sentimentos e práticas homossexuais.

É melhor que quem viveu o homossexualismo busque cura também para sua aparência. Mas que isso não se constitua no “argumento” para julgamentos infundados, pois “O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração”. (1 Sm 16.7)

3. Alguém que foi homossexual pode, depois de convertido, ainda sentir circunstancialmente atração por pessoas do mesmo sexo?

Sim. Mas a comunhão diária com Deus, a oração, a meditação bíblica e a convivência com irmãos sinceros e piedosos na igreja vai, dia-a-dia, curando os sentimentos desvirtuados pelo pecado. Aquilo que não começou da noite para o dia, em geral, também não acaba da noite para o dia. O interessante é que o processo usado por Deus para a cura, além de restaurar a sexualidade, cura também nossa personalidade, caráter, convivência familiar e social.

4. Namoro ou casamento é prova de que o homossexual está liberto?

Pode ser, quando o ex-homossexual (ou a ex-lésbica) passou pelo processo de libertação e cura. Isso acontece quando o coração é limpo pela graça e a imagem e semelhança de Deus reaparece em sua vida. Nesse caso, o namoro e o casamento são a coroação da vitória dos que viveram o homossexualismo.

Mas, por outro lado, namoro ou casamento pode ser uma tentativa de fuga do próprio homossexual quando não assume o problema para ser ajudado. Pode ser também um arma falsa com a qual responde às pressões da família, da sociedade e da igreja (que constantemente pressiona o ex-homossexual para o matrimônio julgando, com isso, ajudá-lo no ajuste de sua sexualidade).

O preconceito de muitos crentes, infelizmente, leva-os a uma postura de completa ignorância a respeito do homossexualismo e de como lidar com os homossexuais que se convertem a Cristo. Por isso, muitos homossexuais sofrem calados depois de sua decisão por Cristo. Apesar de precisarem muito de apoio, acabam se fechando por falta de amor cristão firme e compassivo. Esses dois traços do amor têm que estar presentes, tanto a firmeza quanto a compaixão.

Mas, graças a Deus, várias igrejas já aprenderam a lidar com esses novos crentes e têm sido verdadeiras agentes de cura e libertação. Pastores esclarecidos e fiéis à Palavra de Deus têm ajudado muito essas pessoas. Alguns têm até fundado centros de recuperação especializados na libertação de gays e lésbicas. Outros têm se especializado em aconselhamento e em toda parte estão surgindo iniciativas de cristãos interessados em ajudar homossexuais a terem uma vida normal. A igreja, na pessoa de seu pastor e de seus membros, exerce papel fundamental na transformação de homossexuais. Não há sobre a terra outro segmento que possa oferecer mudança tão real e permanente para os homossexuais como a Igreja.

E isso porque o seu poder não vem de si mesma, mas daquele que a instituiu. Jesus mesmo disse sobre a Igreja: “… e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”(Mt. 16:18).

A Igreja não pode tolerar o homossexualismo em suas fileiras, mas é seu dever receber todo e qualquer homossexual com amor. Precisa orar e trabalhar pela evangelização e libertação desse segmento cada vez mais evidente em nossa sociedade.

Pastores e Igrejas que criam obstáculos à libertação dessas pessoas darão contas a Deus na mesma proporção que pastores e Igrejas que aceitam liberalmente a prática do homossexualismo.

Nenhum homossexual ao converter-se pode ficar fora do convívio da igreja, mas deve submeter-se à orientação pastoral para seu próprio bem-estar espiritual, emocional e social.

É muito comum o homossexual que se converte enfrentar crises em dados momentos. A igreja deve estar preparada para lidar com os altos e baixos durante o processo de libertação. Nunca deve exigir nem insinuar a necessidade de qualquer namoro/casamento heterossexual. A própria pessoa deverá decidir quando e com quem namorar e casar. Casamento não cura homossexualismo. Deve ser conseqüência da cura e tem que ser decidido por livre e espontânea vontade. O ex-homossexual pode, inclusive, optar por ficar solteiro sem que isso represente dúvida em sua nova vida.

O ex-homossexual não deve se fazer de coitadinho (autocomiseração) esperando a atenção dos outros. Deve, pelo contrário, ser autêntico e lutar por sua própria libertação, enquanto também faz novas e saudáveis amizades dentro da igreja.

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A LIBERTAÇÃO DA HOMOSSEXUALlDADE:
A TERCEIRA OPÇÃO

Palestra ministrada pelo Ministério Grupo de Amigos

A pouco tempo atrás, a pessoa envolvida na homossexualidade só tinha duas opções:

Assumir abertamente essa condição ou suprimir os desejos da carne e lutar consigo mesma em silêncio. Somente poucas pessoas sabem que existe uma terceira opção: A de buscar uma Forma de se libertar desse comportamento, dos sentimentos que a homossexualidade envolve. O silêncio que tem cercado essa terceira opção se deve, em parte, ao estigma que a homossexualidade tem. Além do mais são poucos os que se dispõem a declarar-se publicamente como ex-homossexuais.

Em meados de 1970, vários homens e mulheres recuperados do homossexualismo decidiram repartir seus conhecimentos e as experiências de sua própria liberdade e crescimento. Pouco a pouco se foi tecendo uma rede de companheiros que se viram trabalhando juntos por uma mesma causa, seja individualmente ou através de igrejas locais ou centros de orientação. Todos se sentiam chamados a dar apoio e direção àqueles que haviam decidido escolher o caminho da libertação da homossexualidade.

Uma dessas pessoas foi o jovem inglês Colin C, que renunciou às suas funções de pastor em Nova York, em 1974, para lutar com sua homossexualidade. Depois dessa renúncia, Colin teve oportunidade de analisar as experiências de sua vida e se deu conta de que parte de sua homossexualidade se devia a uma interpretação errada da pessoa de Deus, de si mesmo e do mundo, o qual havia causado nele uma sensação de carência de algo e um isolamento total. Essas análises foram avançando à medida que Colin começou a escrever sobre seu processo de amadurecimento e crescimento, embora sua vida heterossexual centrada numa fé cristã fosse deslizando nas realidades mundanas do dia-a-dia. Mais tarde, este diário que ele manteve por cinco anos, o ajudaria a desenvolver conceitos e princípios que lhe seriam muito úteis. Colin, que hoje desfruta de sua heterossexualidade livremente, como esposo e pai, é co-fundador de um programa internacional chamado H.A.- H0MOSSEXUAIS ANÔNIMOS, uma irmandade de homens e mulheres’ que escolheram ajudar-se uns aos outros’ na busca da libertação da homossexualidade.

H.A. começou em novembro de 1980 e surgiu como resultado de ideias e experiências de Colin e um colega de escola, Doug, ideias essas que foram postas em ação para ajudar aqueles que sofriam desse problema. H. A. é uma organização não-sectária, denominacional que se ocupa em ajudar. os que sofrem com a homossexualidade a libertar-se dela, através do apoio e direção que recebem nas reuniões semanais do grupo. No momento, há 50 grupos nos Estados Unidos e Canadá, um em Auckland e um em Nova Zelândia. Embora seja muito parecido com o trabalho dos Alcoólicos Anônimos, H.A. ressalta o enfoque cristão que procura levar as pessoas a realizar a bondade do amor de Deus por aqueles que se sentem “caídos” e a vitória de Jesus que conduz a libertação de qualquer desordem compulsiva. As pessoas são incentivadas a. identificar-se com a Pessoa do Cristo, a qual satisfaz todas as necessidades, as quais a personalidade homossexual tratou de satisfazer de maneira imprópria.

E que necessidade não foram satisfeitas na pessoa que está lutando com sua homossexualidade?
Muitos investigadores, como por exemplo a doutora Elizabefh Moberly. da Universidade de Cambridge, chegaram à conclusão de que um fator preponderante que predispões à homossexualidade é a insatisfação de uma criança em suas relações com o genitor de seu próprio sexo. A criança que não recebe amor do genitor do mesmo sexo, quando tinha mais necessidade dele, desenvolve uma ambivalência e trata de sobreviver sem depender desse amor, usando um certo mecanismo de desprendimento defensivo, ainda que em seu interior tenha uma grande necessidade desse amor. Junto com essa ambivalência (tendência a dar expressão igual a sentimentos contraditórios e opostos por exemplo: amor e ódio em relação à mesma pessoa), nota-se um ingrediente interessante: uma não identificação com o genitor do mesmo sexo, o que faz com que a criança, emocionalmente ferida, diga: “não quero ser como você”. O resultado disso é a transferência dessa ambivalência para todos os membros do mesmo sexo, surgindo uma luta entre procurar ter uma intimidade com eles e querer evitar essa intimidade a todo custo. Uma vez que esses desejos (os quais são produtos de más’ relações entre pai-filho ou mãe-filha) estão ocorrendo na Fase da puberdade. eles acabam se confundindo com intimidades eróticas. A homossexualidade é, portanto. uma ambivalência direcionada à pessoa de seu mesmo sexo, em vez de amor e a esse sexo. A conduta homossexual é essa tendência em buscar uma solução para aquelas necessidades que não foram satisfeitas entre pai e filho ou mãe e filha), que foram necessidades legítimas, mas que agora são eroticamente mal interpretadas. Infelizmente essa solução é falsa,, porque ironicamente ela diminui as possibilidades de que essas necessidades sejam satisfeitas em algum momento, criando assim um sentido de culpabilidade, aumentando a sensação de inferioridade, uma vez que aumenta a separação que existe entre as relações com o indivíduo do mesmo sexo, evitando assim que a pessoa pudesse chegar a ter uma relação saudável com a pessoa do mesmo sexo.

Do ponto de vista espiritual, a homossexualidade suprime a verdade acerca da pessoa de DEUS (a qual é um desprendimento defensivo que se estende para a região espiritual) como é, revelada na mesma essência de sua criação do ser humano feito à imagem e semelhança de Deus, HOMEM e MULHER. Uma vez que a pessoa suprime essa realidade acerca de Deus, ela mesma não sabe nem quem ela é. suprimindo assim a verdadeira imagem de Deus, menos possibilidade tem a pessoa de conhecer a si mesma, incluindo a sua sexualidade. O resultado dessa supressão é um desligamento de Deus e uma sensação de estar abandonada por Ele. Quando a pessoa tem esse sentimento, trata então de compensá-lo buscando outro tipo de relação que preencha esse vazio que ela sente e que necessita preencher para sentir-se uma pessoa completa. A homossexualidade é um substituto. Assim, a intimidade é uma confusão simbólica da verdadeira intimidade que só pode conseguir com o perdão e o arrependimento e a aceitação do amor infinito de Deus que se estende, por sua vez, a todas as boas relações da humanidade.

Já que a homossexualidade é vista como uma limitação da personalidade e identidade do indivíduo, a supressão desse mal não se dá tanto com a troca da orientação sexual, mas sim no descobrimento de si mesmo através de uma relação “vertical” com a pessoa de DEUS e uma relação horizontal com os seres humanos. É uma sensação que começa com a identidade, não com o comportamento. A fonte dessa sensação tem como base a habilidade da pessoa em entender o amor salvífico de Jesus e sua entrega pela humanidade, e não o quanto boa ou má essa pessoa é. À medida que a pessoa, através da sua fé, vai descobrindo esse amor de Deus por ela e que Deus nunca a abandonou, mesmo nos momentos de tentação ou atividade pecaminosa, sua confiança nesse amor de DEUS vai aumentando e eventualmente o leva a romper esse poder que a homossexualidade exerce sobre ela e, por conseguinte, mudará sua conduta.

À medida que essa pessoa envolvida na homossexualidade via experimentando a reconciliação com Deus, vai-se dando conta de que também tem de reconciliar-se com seus semelhantes, em especial com o genitor do mesmo sexo. Tudo isso vai ocorrendo enquanto a pessoa vai passando pela dor desse rompimento, ainda que se sinta isolada ou tenha se separado das boas relações com os demais semelhantes que o rodeiam. É um processo que leva muito tempo e exige esforço constante. É muito importante que durante esse processo. sejam desenvolvidas relações do tipo não eróticas com pessoas de seu mesmo sexo, já que esse é um passo importante a ser dado antes de se envolver numa relação séria com o sexo oposto.

Devido à complexidade da estrutura da homossexualidade, não existem receitas instantâneas ou soluções fáceis. O restabelecimento se dá por etapas e envolve vários fatores , incluindo a idade da pessoa. o grau de envolvimento nas atividades homossexuais, seu estilo de vida, assim como o grupo cristão que tenha à sua disposição. Ainda que a necessidade de arrependimento e conversão seja vital, isso só não basta. Todas as fontes de graça e das Escrituras e da Igreja devem ser aplicadas á pessoa que sofreu esse descontrole emocional e espiritual, já que ela mesma criou para si uma imagem deformada sobre a pessoa de DEUS , sobre si mesmo e sobre o mundo.

Muitos dos que se libertaram da homossexualidade, puderam estabelecer relações normais com pessoas do sexo oposto, conseguindo inclusive se casar. Isso não sucede como uma prova de superação de sua libido heterossexual. porém a pessoa descobre que, se caiu bem fundo na prática homossexual, o dom da heterossexualidade , que Deus lhes deu, é ainda maior.

(Daniel K é um membro da Junta de Diretores da Irmandade de Homossexuais Anónimos -
P. O. Box 7881, Peadin,g. PA 19003)

Grupo de Amigos: trabalhando para cumprir o mandamento do Amor

João 2

Este livro é basicamente determinado para que em Jesus desenvolvamos o companheirismo, o conhecimento da dor do outro (via confissão 1:9) e o AMOR. Só dessa forma, como define o autor, teremos alegria completa (ver 1:4).


No capítulo 2 de João demonstra dentro dos 29 versículos como devemos proceder para cumprir O mandamento do Amor. Fala para cada faixa etária separadamente (2:12-14). E para a faixa de idade aqui representada neste culto a palavra é 2:14b _ Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno _ .

SOIS FORTES EM CRISTO – para vencer as lutas existenciais, para ajudar um amigo a seguir O CAMINHO, para orientar aquele que não tem conhecimento da palavra, para ser um servo de Deus …..


O Grupo de Amigos durante seu período de existência (15 anos) tem procurado cumprir (apesar das lutas e circunstâncias adversas), o Ministério de Jesus na terra. Não é um trabalho fácil, muito pelo contrário, é muito árduo porque para fazer a vontade de Deus temos que lutar com um inimigo pior que satanás (pois esse já foi vencido), que é o nosso EGOísmo, nossa vaidade e altivez, e outras coisas mais que precisamos descobrir a Luz de Jesus.
Neste ministério Ele acolheu, curou feridas, paralisias, cegueiras, lepras, saciou sede e fome, chorou pelo amigo, perdoou, mas não pecou … Jesus saiu do seu trono de Glória e se humanizou para nos resgatar. E nós? Temos nos humanizado ou nos endeusado para sermos vistos e adorados. Podemos também nos tornar humanos como Jesus para acolher, curar feridas e lepras da alma, paralisias emocionais, cegueiras espirituais e saciar a fome e a sede da palavra.
Essa reflexão tem permeado a existência do Grupo de Amigos e é dessa experiência que estaremos falando aqui hoje.
Amar é mandamento “porque aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é Amor” (4:8).

Autor: Rosemary Jeremias de Andrade

Sobre aqueles que nunca ‘agiram fisicamente’

Entre as pessoas com distúrbios em sua identidade sexual existe um grupo muito interessante, Os/As que nele se encaixam podem sentir-se duplamente discriminadas, por vezes mais do que na realidade são.


A discriminação vem das seguintes formas:


§ De dentro para fora: ‘Nenhuma pessoa do meu sexo me quer’, ’sou tímido, feio(a), sem graça demais para conquistar alguém’, ‘não sou digno(a) de uma pessoa do outro sexo’, ‘não posso ter alguém do sexo oposto’, ’sou um hipócrita abominável diante de Deus’ e por aí vai…


§ De fora para dentro são títulos ou rótulos: ‘enrustido’, covarde, tímido, etc.
Podem ser pessoas fechadas ou extremamente circunspectas, isto é, que colocam limites muito claros à aproximação alheia, mesmo que pareçam comunicativas e sociáveis.
O conflito dentro destes é terrível: não aceitam compartilhar seu problema com outras pessoas ou sentem-se diferentes (para melhor ou para pior) daqueles que já deram vazão a seus desejos homo-eróticos fisicamente (com em grupos de terapia, nos quais podem criar formas de não se encaixarem).
O sentimento de inferioridade chega ao âmbito do ‘currículo’: o que contar após a recuperação? ‘Que testemunho sem graça…’, ‘ex-quase-gay ?’
Fica aqui registrada a crítica a boa parte do povo evangélico, que aprendeu que testemunho ‘bom’ é aquele cheio de sexo, drogas e rock’nroll (alguns crimes também aumentam o ‘ibope’).
Este grupo foi motivo de trabalho em uma oficina na XX Conferência de Exodus Internacional, no EUA. O público era o mais aclético possível: desde conselheiros aos pessoalmente interessados e até mesmo um texano que desculpou sua presença dizendo ‘é por causa de um amigo meu’ e fez entender que ele já havia aprontado de verdade.
Falando mais sério agora, é importante colocar na balança alguns pensamentos comuns:

01) Eu não pequei porque não fiz nada…
02) É melhor fazer para poder ter certeza do que sinto.
03) É mais fácil quem nunca fez se recuperar.


O conceito de fazer é muito mais elástico do que se pensa. Segundo o Novo Testamento o pecado começa na concepção mental do ato. Não quer dizer que o simples fato de sentir atrações ou desejos homoeróticos seja pecado, mas a coisa muda de figura quando o indivíduo começa a cultivar fantasias eróticas inconvenientes, deixando que elas dominem a mente. Aí é pecado mesmo, com ou sem masturbação, que costuma ser o grande fardo de muita gente (e é apenas um sintoma das distorções). Calma, não estou defendendo então que masturbar-se pensando na porta da geladeira está politicamente correto. Isto é assunto para outro dia. Deus não nos condena pela pecaminosidade (inclinação ao pecado) que existe dentro de cada um de nós -gays, ex-h, bi, ou heteros, mas não aceita a prática do pecado, seja ele no plano mental ou físico.


Diante do falado acima, a proposta 2) também fica completamente rejeitada. Certeza do tipo de atração que sete todos provavelmente têm, seja ela pelo sexo oposto, pelo mesmo sexo, pelos dois ou por nenhum (incluindo outros seres vivos ou objetos). Fazer só vai complicar mais as coisas, pois pode causar mais dúvidas e até gerar repetição e compulsão (’não foi bom porque não fiz direito, vou tentar de novo’).
A discursão do pensamento 3) passa por aí. A idéia pode ser considera meio certa enquanto pensamos que não existem compulsões promíscuas a serem vencidas, não existem relacionamentos a serem rompidos nem o risco de doenças. Mas quem disse que o resto é fácil? Aliás, os ‘quase’ podem ter mais dificuldade de trabalhar suas questões, pois elas ficam enterradas em valas profundas e de difícil localização.
Todas as pessoas em processo de recuperação passam pela fase em que os desejos ainda existem mas as ações já estão sob controle. É, para do caminho para Canaã, é aquele momento em que o peregrino ainda se lembra do cheiro das panelas de carne do Egito mas não come mais delas. É o momento de começar a colher e comer do maná de Deus, que vem em forma de afetividade saudável, e relacionamentos abertos, positivos. Ainda há deserto para atravessar, mas não cultivar as lembranças das rejeições de antes mesmo as imaginárias) pode fazer o maná cada dia mais saboroso e farto. Ocupar a mente com bons pensamentos -idéia bíblica, é a melhor forma de manter os maus pensamento afastados. Isto é algo a ser aprendido e praticado com perseverança por todo e qualquer cristão.
Affonso H. Zuim / 1.996 – Viçosa / MG


Há poder de cura na confissão

Tiago, em sua carta, afirma: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados”. A confissão, quando feita em secreto, no quanto, longe das pessoas, é uma prática que acompanha a vida de muitos cristãos. No entanto, estender esta prática secreta ao mundo público, torná-la conhecida dos outros, é uma realidade bem diferente, incomum na experiência cristã. Para Agostinho (354-430), bispo em Hipona, confessar é desnudar a alma e o coração diante de Deus, de nós mesmos e dos outros. É através deste ato que o homem passa a conhecer-se a si mesmo. “Eis que amaste a verdade, porque aquele que a pratica vem à luz. Com essa confissão em meus escritos, quero praticar a verdade no meu coração diante de Deus e diante de tantas testemunhas.” Para ele, praticar a verdade é tornar claro quem ele é. Agostinho sabia que é possível ao homem enganar-se a si mesmo e construir uma imagem falsa perante o próximo, mas diante de Deus é impossível que o homem esconda sua verdadeira face. “Diante de Deus, está sempre a descoberto o abismo da consciência humana. Que poderia haver de oculto em mim para Deus, por mais que eu não quisesse dizer a verdade? Conseguiria apenas ocultar-me dos seus.” Somente Deus conhece a verdade do coração do homem e pode revelá-la. Confessar é permitir que a verdade sobre nós mesmos seja revelada. Tiago propõe que a confissão seja uma experiência pública, feita não apenas em secreto diante de Deus, mas também “uns aos outros” para sermos curados. Este é o lado mais difícil e complexo da confissão. Agostinho também enfrentou este dilema. Ele pergunta: “Mas, para que tenho de confessar-me diante dos homens, como se fossem eles que me perdoassem os pecados? Os homens estão sempre dispostos a bisbilhotar e a averiguar as vidas alheias, mas têm preguiça de conhecer-se a si próprios e de corrigir a sua própria vida. Por que querem ouvir-me dizer quem sou, eles que não querem que Deus lhes diga que e como são?” Por que devemos nos expor aos outros? Que bem isto poderia trazer aos homens? A resposta que Agostinho dá a estas perguntas é bastante simples. Para ele, a razão de suas confissões perante os homens não nasce do desejo ingênuo de, simplesmente, revelar seus segredos aquelas pessoas ávidas por bisbilhotar a vida alheia, mas sim, do seu desejo de que as pessoas compartilhem com ele a natureza da graça e do perdão de Deus por ele experimentados. “A confissão que fiz dos meus pecados anteriores à conversão… morreu os corações, quando foi lida e ouvida; assim foi, para que ninguém adormecesse no desalento e dissesse: “Não posso”, antes despertasse para o amor e a felicidade, para a misericórdia e para a graça de Deus, que torna forte todo aquele que antes era fraco”. Há outra razão pela qual Agostinho deseja tornar sua confissão pública. Ele quer dar a conhecer aquilo que Deus, por sua graça fez por ele, e as transformações que a bondade de Deus realizou em sua vida. A confissão é o caminho que nos leva à experiência da transformação do caráter e do coração. ….A confissão, segundo Agostinho, é essencialmente um encontro transformador do nosso próprio caráter, que promove a transformação daqueles que conosco caminham o caminho da fé. Agostinho procura nas suas confissões apresentar não apenas fatos ocorridos em sua vida, mas, sobretudo, aquilo que ele é. Para ele, o pecado não é apenas um acidente isolado, mas a realidade da própria existência humana. Sua confissão não revela somente seus erros.

ENTENDIDO? COMO ASSIM?


Texto feito ontem por uma estagiária, que anteontem esteve no “mundo”, e hoje, uma benção, é serva do Senhor, integrante da Coordenação do Grupo de Amigos.
Você também pode!!!!!!

Entendido? Como assim?


Acho que vi lágrimas nos olhos dele. A voz estava tremula. No rosto, marcas. Na alma, cicatrizes. Cicatrizes profundas. Algumas eu nem via, mas estavam lá, no mais íntimo do ser. Pensei: mas o entendido não é super alegre, pra cima, aquele que sabe e faz o que quer e bem entende? Não é o que supera tabus e vence preconceitos? Não é aquele que sobrepõe as barreiras impostas pela sociedade, família e supera a mesmice e é diferente? Vai sempre muito, muito além do papai-mamãe e mergulha em prazeres que só alcançam os entendidos? Não são entendidos em prazer? Em forma diferentes de amar? Em vaidade excessiva, moda extravagante, trejeitos, gargalhadas alegres, perfumes fortes transbordando prazer e auto-contentamento? Não criaram um mundo exclusivo, onde penetram os entendidos? Entendidos em superar as mulheres no amor com os homens. Os homens no amor com as mulheres. Alguns deixam de ser simplesmente uma mulher, para ser aquele que ocupa o espaço de um homem na vida de outra mulher, a ponto de homem não fazer falta nesta relação. Outros, são entendidos em superar as mulheres na vida dos homens. Mas de fato eu vi lágrimas naquele rosto. Vi sim, rosto de mulher, ou quem sabe era homem? Não dava para dizer o certo. Mas chorava. E certeza, eu só tive uma: era entendido. Entendido em sofrimento, em dor, em ser magoado, sabe direitinho o que é humilhação, vexame, até pancada. Entendido em perder, às vezes pai e mãe, irmão, o amante. Ou simplesmente aquela única pessoa com quem podia estar junto.

Alguns perderam até a dignidade, outros até a própria vontade de viver. Entendido em preconceitos no trabalho, nas ruas, na família, na igreja. Entendido em AIDS. Entendido em ouvir deboches na rua e caminha de cabeça baixa, tentando não ser notado. Ou arrogantemente, com a cabeça erguida, olhando desafiadoramente para as pessoas, disposto a agredir antes de ser agredido, mas muitas vezes desafiando a si mesmo, por aí pelas noites. Entendido em disfarces, mentiras. E muitas vezes quando olha no espelho, não se vê homem, nem tampouco mulher. E descobre que não é nada. Não é homem nem mulher. Tentou entender tanta coisa, e acaba entendido em mergulhar no álcool, nas drogas e na intimidade de outros iguais… Olhei de novo aqueles rostos. Mas não era um? Descobri que são milhares, desses fixei em um. Olhei de novo aquele rosto, a sobrancelha teimava em parecer feminina, mas a linha do rosto e principalmente o queixo era por demais masculino. A pele macia e lisa, não combinava com as mãos, tão grandes e fortes. Embora seu olhar fugisse rapidamente, ele não conseguia ter um o olhar tímido como o das mulheres. Desci os olhos: os seios estavam lá, não grandes, mas estavam lá contrariando aqueles ombros largos e o abdômen reto que descia até o ventre denunciando o homem que estava ali. A voz tentou me enganar novamente, mas em meio ao falsete da fala, as palavras não deixaram dúvidas de que era um homem que afirmava Ter finalmente entendido que era totalmente dependente de Deus, a partir daquele momento.

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JESUS MORREU NA CRUZ A NOSSA MORTE E NOS DEU A SUA VIDA, POR ISSO

EM CRISTO NÓS SOMOS MAIS QUE VENCEDORES


http://joidemiranda.wordpress.com/estudos/

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