sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Campanha - Construção da Igreja AD Monte Sião

Caros irmãos em Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas!


Estamos lutando mais uma batalha em prol do reino de Deus. O Senhor nos chamou para trabalharmos na evangelização, erigindo a bandeira da salvação junto a comunidade da Cohab III em belo Jardim-PE. Nestes quase dois anos em que ali estamos temos comtemplado um forte agir de Deus, que tem salvado e transformado vidas as quais outrora eram escória da sociedade. São muitos os milagres: libertação de vícios (especialmente as drogas), restauração de lares, curas, etc. Podemos destacar especialmente o trabalho realizado pela diaconisa Tatiane Marlen (minha esposa) junto as crianças e adolescentes, que são o futuro daquela localidade, visto que estas crianças tem recebido um direcionamento que lhes aproximam de Deus e também as conduz a serem indivíduos de comportamento adequado e conduta ilibada.
 
    Todavia, não obstante aos avanços e conquistas já alcançadas, temos ainda uma longa jornada a caminhar. Neste momento temos como grande desafio a construção do nosso templo, visto que atualmente os trabalhos são realizados em um prédio alugado. Somos gratos ao Senhor que provê todas as coisas e que nos deu o terreno para a construção, agora rogamos a Ele que nos envie através de seus filhos os recursos necessários para a construção.
 
    Nesta primeira etapa em que estamos realizando o trabalho de fundação, necessitamos de muitos materiais, tais como: cimento, pedra, tijolo, areia e ferro 3/8. Quanto a mão de obra o Senhor já tem tocado em alguns bondosos corações que tem se disponibilizado para trabalhar aos fins de semana. O que tem sido uma grande benção!
 
     Portanto, pedimos a todos que contribuam para que possamos continuar avançando neste trabalho. As doações podem ser realizadas diretamente no endereço da igreja, em dinheiro e/ou material. Também podem ser realizados depósitos na conta bancária da igreja, mencionada abaixo: 
 
Caixa Econômica Federal 
Agência: 0773
Conta Poupança: 00012546-1
Favorecido: Igreja Assembleia de Deus Ministério Monte Sião
CNPJ: 14.581.397/0001-67
 
 
Doe também pelo Pagseguro, que permite doar por boleto bancário e cartão de crédito. Clique na imagem abaixo e faça sua doação:
 
https://pagseguro.uol.com.br/checkout/doacao.jhtml?email_cobranca=contato.admontesiao@gmail.com&moeda=BRL 
 
 
 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A Verdade sobre o Natal


10 Motivos Para Não Celebrar O Natal


1- Porque a Bíblia não manda celebrar o nascimento.

2- Porque Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Esta data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo. De acordo com o calendário Judaico Jesus nasceu em setembro ou outubro.

3- A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor, e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara para Ele voltar.

4- O natal é uma festa que centraliza a visão do palpável e esquece do que é espiritual. Pra Jesus o mais importante é o Reino de Deus que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito.

5- Porque o natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão onde muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos.

6- Porque esta festividade está baseada em culto à falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela igreja católica romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira?

O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.

Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

7- Esta festa não glorifica a Jesus pois quem a inventou foi a igreja católica romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida.

8- Porque os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga (que são demônios):

Árvore de Natal – é um ponto de contato que os demônios gostam. No ocultismo oriental os espíritos são invocados por meio de uma árvore. De acordo com a enciclopédia Barsa, a árvore de natal é de origem germânica, datando o tempo de São Bonifácio, foi adotada para substituir o sacrifício do carvalho de ODIM, adorando-se uma árvore em homenagem ao Deus menino. Leia a bíblia e confira em Jeremias 10:3,4; I Reis 14:22,23; Deuteronômio 12:2,3; II Reis 17:9,10; Isaías 57:4,5; Deuteronômio 16:21 e Oséias 4:13.

As velas acendidas – faz renascer o ritual dos cultos ao deus sol.

As guirlandas – são símbolos da celebração memorial aos deuses, significam um adorno de chamamento e legalidade da entrada de deus. Na Bíblia, apenas Roma fez uma guirlanda...e esta foi colocada na cabeça de Jesus no dia de Sua morte, feita como símbolo de escárnio (Marcos 15:1). A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão.

O presépio – seus adereços estão relacionados diretamente com os rituais ao deus-sol. É um altar de incentivo à idolatria, que é uma visão pagã. A Palavra de Deus nos manda fugir da idolatria (I Coríntios 10:14,15; Gálatas 5:19,21).

Papai Noel – é um ídolo, um santo católico chamado Nicolau, venerado pelos gregos e latinos em dezembro, sendo que sua figura é a de um gnomo buxexudo e de barba branca. O gnomo de acordo com o dicionário Aurélio é um demônio da floresta.

Troca de presentes – na mitologia significa eternizar o pacto com os "deuses" (demônios).

Ceia de Natal – um convite à glutonaria. Nas festas pagãs ao deus-sol o banquete era servido a meia-noite.

9- O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético pois na verdade todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção deve se voltar para sua Segunda vinda.

10- A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica, e que precisamos expulsar em nome de Jesus.

 
Orientações

Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiéis discípulos, somos surpreendidos por situações que ficamos chocados e atônitos, que nos trazem até embaraços para acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem tudo está perdido. Temos um Deus que transforma maldição em bênção. Agora não somos mais ignorantes quanto a festividade iniciada na Babilônia. Qual deve ser então nosso procedimento prático?
  
- Tirá-la totalmente do nosso coração. Lançar fora toda dependência sentimental da data do Sol Invictus (25 de dezembro).
 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." João 8:32
 - Nos livramos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens.
 - Não ficarmos sujeitos financeiramente à comidas importadas típicas. É um dia como qualquer outro.
 - Resistirmos ao espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se houverem dívidas. Vigiar as "ofertas do Papai Noel". Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa nova etc. ("Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas." Mateus 6:24).
 - Devemos aproveitar a data ("Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade." Colossenses 4:5) para estar com parentes e amigos em suas casas falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o "aniversariante" quer receber. É um propício momento evangelístico, quando encontramos pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.
 - Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação do Natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e tradições.
 - Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é errado desejar feliz Ano Novo para alguém, mas, sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex.: - Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)! 

"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Como vencer em tempos de crise?

Texto Base: “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá. 3.16 Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos.” Filipenses 3:12-16
 
Introdução: Nós passamos por situações que querem nos parar. E, muitas vezes, no tempo de crise, somos acometidos pelo comodismo ou pela forma enlatada com o que o mundo quer nos achatar. E, então, nós paralisamos. Deixamos de ir além. Não fazemos o que normalmente não faríamos.
 
É chegado o tempo de que ou diminuímos a velocidade e estacionamos ou engataremos uma marcha e aceleraremos pela fé, buscando a direção do Senhor e agindo no sobrenatural.
 
A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que tinha motivos para retroceder. Tudo levava a isso. Mas elas acabaram avançando no sobrenatural e Deus foi com elas.
 
Vamos ver alguns exemplos?
 
1) Diante do Rio Jordão – ou passariam o rio ou voltariam a peregrinar.
“... Provede-vos de comida, porque, dentro de três dias, passareis este Jordão...” Josué 1.11
No deserto, a porção do maná era diária, não podendo ser guardado para os dias seguintes, mas Josué, em atitude daquele que avança no sobrenatural, quebrou a regra.
“Levantou-se, pois, Josué de madrugada... Sucedeu, ao fim de três dias, que os oficiais passaram pelo meio do arraial e ordenaram ao povo, dizendo: Quando virdes a arca da Aliança do SENHOR ... Não vos chegueis a ela, para que conheçais o caminho pelo qual haveis de ir, visto que, por tal caminho, nunca passastes antes.” Josué 3.1-4
Quando avançamos, prosseguindo para o alvo:
· Precisamos de disposição - Josué teve disposição levantou-se de madrugada (v. 1);
· Há a presença de Deus – a arca da Aliança do Senhor estava presente (v. 3);
· Somos guiados a caminhos novos – seriam conduzidos a caminho que não haviam passado antes (v.4).
2) Ao redor de Jericó – ou rodeariam a cidade e gritariam ou não conquistariam.
“Ora, Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía, nem entrava. Então, disse o SENHOR a Josué: Olha, entreguei na tua mão Jericó, o seu rei e os seus valentes. Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando-a uma vez; assim fareis por seis dias. Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifre de carneiro adiante da arca; no sétimo dia, rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as trombetas. E será que, tocando-se longamente a trombeta de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido dela, todo o povo gritará com grande grita; o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si.” Josué 6.1-5
Quando avançamos, prosseguindo para o alvo:
· Deus entregará a conquista em nossas mãos (v. 2);
· Em alguns momentos, apenas estaremos por perto – rodearam a cidade (v. 3);
· Às vezes, teremos de ter atitudes diferentes e ousadas – gritaram (v. 5) ;
· Aquilo que era grande obstáculo cairá diante de nós e nos servirá de degrau (v.5).
3) Diante do Mar Vermelho – ou avançariam e atravessariam o mar ou morreriam.
“Moisés, porém, respondeu ao povo: Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do SENHOR que, hoje, vos fará; porque os egípcios, que hoje vedes, nunca mais os tornareis a ver. O SENHOR pelejará por vós, e vós vos calareis. Disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim?
Dize aos filhos de Israel que marchem.” Êxodo 14.13-15
Quando avançamos, prosseguindo para o alvo:
· Há livramento de Deus (v. 13);
· Deus agirá a nosso favor (v. 14);
· Lamentar as dificuldades com Deus não resolve, mas seguir em frente, sim (v. 15).
4) Em terra estranha – ou Ester falaria com o Rei ou todos os judeus morreriam.
Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci.” Ester 4.16
Quando avançamos, prosseguindo para o alvo:
· Devemos ter atitudes espirituais (v. 16);
· Precisamos ter nos dispor (v. 16).
5) No vale – ou Davi enfrentaria o gigante ou seriam derrotados e mortos.
“.. teu servo irá e pelejará contra o filisteu.” 1 Samuel 17.32 “Saul vestiu a Davi da sua armadura, e lhe pôs sobre a cabeça um capacete de bronze, e o vestiu de uma couraça... E Davi tirou aquilo de sobre si... ” 1 Samuel 17.38-39 “... eu, porém, vou contra ti em nome do SENHOR dos Exércitos...” 1 Samuel 17.45
Quando avançamos, prosseguindo para o alvo:
· Somos valentes e encaramos os grandes desafios (v. 32);
· Não precisamos de apetrechos que nos embaraçam (v. 39);
· Vamos em nome do Senhor (v. 45).
6) No Getsêmani – ou Jesus se ofertaria ou toda a humanidade pereceria.
“Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.” Mateus 17.42
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Se Jesus não fosse em frente, o que seria de nós???
 
É tempo de alargar as fronteiras, seguir em frente, avançar.
 
“Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.” 1 Crônicas 4:10
 
 
Pr. Flávio Nunes

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Lei que oferece 25% de isenção em taxas de energia elétrica e telefone para templos religiosos entra em vigor

Lei que oferece 25% de isenção em taxas de energia elétrica e telefone para templos religiosos entra em vigor
Em tempos que se discute o fim da isenção tributária para igrejas e outros templos religiosos, o estado do Rio Grande do Sul seguiu direção contrária e aprovou isenção de 25% no valor das taxas de luz e telefone para entidades religiosas.
Segundo informações da agência de notícias da Assembleia Legislativa gaúcha, na última quinta-feira, 15 de agosto, foi publicada no Diário Oficial do estado a Instrução Normativa nº 65/13, da Secretaria Estadual da Fazenda, que define os procedimentos necessários para que os “templos religiosos de qualquer culto” do Rio Grande do Sul obtenham “25% de isenção no pagamento de contas de energia elétrica e prestação de serviços de telecomunicação”
A lei nº 14.233/2013 foi proposta pelo deputado estadual Carlos Gomes (PRB), e concederá o desconto após análise de um agente fiscal do Tesouro do Estado. Caso os dados requisitados sejam apresentados de forma correta, o agente fornecerá a declaração de reconhecimento da isenção.
Os responsáveis pelas igrejas e outros templos que desejarem se adequar às regras para obter o desconto deverão buscar orientação nas repartições municipais da Secretaria Estadual da Fazenda, e solicitar a isenção.
A lei prevê ainda que o desconto seja oferecido ao imóvel ocupado pelas igrejas ou outras entidades religiosas. Em casos de espaços alugados, por exemplo, o desconto será dado exclusivamente ao espaço onde são realizados os cultos ou outras celebrações religiosas.

Os documentos exigidos para conseguir a isenção de 25% das taxas de luz e telefone são: cópia do estatuto social atualizado, autenticada pelo Cartório de Registros Especiais; declaração de que o medidor de energia e o telefone são de uso exclusivo do local; número de inscrição do CNPJ, contendo a indicação específica de templo religioso; última fatura da conta de telefone; última fatura da conta de energia elétrica; documento(s) que comprove(m) a localização e utilização do imóvel para práticas religiosas, tais como: alvará de localização ou funcionamento do templo, quando exigido pelo município; planta baixa de edificação do local onde se realizam as práticas religiosas; laudo de proteção contra incêndio ou plano de prevenção e proteção contra incêndio, ou outros comprovantes da posse ou utilização do imóvel para práticas religiosas.

Fonte: Por Tiago Chagas, para o Gospel+

terça-feira, 23 de abril de 2013

Autonomia Eclesiástica e Legal


A Igreja Assembleia de Deus Monte Sião, situada na Rua João Salvador, 07 - Cohab III - Belo Jardim, inscrita no CNPJ 14.581.397/0001-67, constitui-se como organização religiosa, pessoa jurídica de direito privado, sem fins econômicos nos termos da lei vigente. É uma instituição autônoma e soberana em suas decisões. A mesma ou seus líderes, não está subordinada, bem como não é representada por qualquer outra instituição ou associação existente na cidade de Belo Jardim-PE.

Todas as nossas atividades, sejam elas trabalhos eclesiásticos ou de cunho social, são desenvolvidas e patrocinadas pelos membros da AD Monte Sião, exclusivamente. 

A AD Monte Sião, pode a qualquer tempo estabelecer convênios e parcerias com outras instituições e poderes públicos ou privados, com o objetivo de desenvolver projetos inerentes ao objetivo de sua existência e vocação. Todavia, sempre o fará por meio de seus membros e líderes; não dependendo para tal, da interferência de qualquer outra instituição ou pessoa.

Ressaltamos nosso apreço pelo relacionamento cordial e irmanado com as demais instituições congêneres, existentes na nossa cidade; bem como nos sentimos honrados sempre que contamos com a presença de representantes de outras igrejas evangélicas em nossos trabalhos ou quando somos convidados a participar igualmente suas atividades eclesiásticas.

Entendemos que, assim como o Senhor Jesus chamou para o apostolado 12 homens, com diferentes talentos e dons, os quais desenvolveram seus ministérios segundo o beneplácito de Deus, assim também os pastores e demais líderes que governam as igrejas evangélicas em nossa cidade, são pessoas de honra ilibada e capacitadas por Deus para o desenvolvimento de seus respectivos ministérios. De modo que são dignos de assim serem honrados. Todavia, o ajuntamento de dois ou mais destes supracitados em forma associativa, não representa todos os seus demais pares; consequentemente não representa as igrejas evangélicas, ou ainda, o povo evangélico desta cidade.

Somos gratos a Deus, Senhor e Salvador nosso, pela forma ordeira e respeitosa pela qual bom número dos pastores desta cidade tem se reunido, ainda que esporadicamente e informalmente, a fim de promoverem a troca de experiências entre si e formarem parcerias para juntos erigir a bandeira do evangelho de Cristo, sem o estabelecimento de hierarquias ou qualquer outra formalidade organizacional. Tendo exclusivamente o Espírito Santo de Deus por orientador e conselheiro; e juntos, colocando-se na dependência dEste, para louvor e glória de Deus pai.



 Pr. Flávio Nunes
Representante Legal - AD Monte Sião


domingo, 21 de abril de 2013

Dona Maria, tem frete ???


Na feira, mulher bonita não paga, mas também não leva. Lá, a freguesa encontra frutas fresquinhas, os melhores temperos e, na figura do feirante, um amigo com o sorriso no rosto. Lá se ver de tudo, mais nem sempre é notada a presença de certos profissionais anônimos, falo especialmente das crianças e adolescentes que pela madrugada deixam suas casas e seguem para as feiras livres e lá chegando, trabalham por cinco, seis horas, como carregadores de frete.

Particularmente, quando criança, também exerci tal "oficio" nas feiras de Belo Jardim. Também já vendi confeito, dudu, picolé, laranja, galinha e outros itens, além de pegar frete. Bom seria para a criança e o adolescente estarem totalmente dedicados aos estudos e as brincadeiras de criança, sem precisar desenvolver tais atividades. Todavia,  existe uma serie de fatores que promovem a necessidade do trabalho destes, tais com a conjuntura financeira familiar, a falta de alternativas de ocupação disponibilizadas pelos governantes, a própria vontade do garoto, etc. 

É muito interessante quando conversamos com os garotos e notamos que cada um se vê como um comerciante, que faz da sua carroça a sua empresa. Lembro-me que era uma ótima sensação, chegar ao fim da feira e ter o dinheiro necessário para comprar uma bermuda, um chinelo, ou ainda comer um pastel com caldo-de-cana, sem ter que pedir a ninguém. É certo que alguns até ajudam nas despesas domésticas, mas é uma pequena parte. Na grande maioria dos casos eles trabalham para manter suas necessidades pessoais. E então, é preciso levar em conta os valores adquiridos, tais como, o valor ao dinheiro e as conquistas individuais, responsabilidade, disciplina, relacionamento interpessoal, etc. 

Hoje, eu sou grato a Deus e a meu pai, que me permitiu ter tais experiências na adolescência e que contribuíram para minha formação pessoal e profissional. 

Sei que este é um tema controverso, pois muitos pensam diferentes e de mim e acham que nada disso deveria acontecer e que estes garotos deveriam estar em casa desenvolvendo qualquer outra atividade, que não de trabalho. Mas é preciso deixarmos de hipocrisia, se quisermos de fato intervir na vida dos adolescentes, que o façamos na vida dos muitos que em idade similar estão mergulhados nas drogas e na marginalidade. 

Por meio da Igreja Assembleia de Deus Monte Sião, temos acompanhado a vida de muitos destes garotos nos bairros do Santo Antônio, Cohab II e Cohab III de Belo Jardim, logo posso afirmar que, o fato dos garotos trabalharem na feira chega a ser um motivo para comemorarmos diante da situação de outros que ali vivem.

Assim, no dia de hoje, na Igreja Assembleia de Deus Monte Sião foi realizado um culto de gratidão ao Senhor pela vida de cada um daqueles que pegam frete nas feiras livres. Foi um momento de buscarmos a Deus, além de falarmos a cerca da unidade familiar, do perigo das drogas e da prostituição. Após o culto, nos saboreamos com um belo lanche preparado pelas irmãs. 




Pr. Flávio Nunes
AD Monte Sião
Cohab III - Belo Jardim / PE

terça-feira, 9 de abril de 2013

Agora o Brasil virou Sodoma e Gomorra de uma vez ....

AM: Justiça reconhece união estável de um homem com duas mulheres:

A Justiça do Amazonas reconheceu nesta segunda-feira a união estável de um homem com duas mulheres, que agora poderão receber seus direitos previdenciários e também resolver questões patrimoniais. O processo é de 2008, e foi aberto cerca de dois anos após o falecimento do envolvido na relação com as duas mulheres. A decisão abre possibilidade para que outras famílias em situações semelhantes possam pedir esse direito na Justiça. Ainda cabe recurso da sentença.
O homem, que já tinha sido casado, teve filhos com a esposa e, após separar-se, foi morar com uma das conviventes, com quem teve um casal de filhos. Enquanto estava vivendo com esta última, teve mais dois filhos com a outra mulher. 
Após a morte do companheiro, as duas mulheres ficaram impedidas de receber os direitos previdenciários e de resolver questões patrimoniais. A partir de agora, uma vez a sentença transitada em julgado, as duas poderão requerer esse direito.
Durante as audiências com o testemunho das duas mulheres e dos interessados - filhos do falecido -, além de depoimentos de vizinhos, colegas de trabalho e conhecidos dos envolvidos no caso, ficou claro ao magistrado que as duas mulheres não tinham conhecimento da existência uma da outra e nem dos filhos gerados nesses relacionamentos.
De acordo com o juiz responsável pela sentença que reconheceu a união, Luís Cláudio Cabral Chaves, da 4ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Manaus, a Constituição Federal de 1988 ampliou o conceito de família, antes entendida como aquela que se constituía pelos pais e filhos unidos por um casamento, regulado pelo Estado. 
"A Constituição Federal de 1988 ampliou esse conceito, reconhecendo como entidade familiar a união estável entre homem e mulher. O Direito passou a proteger todas as formas de família, não apenas aquelas constituídas pelo casamento, o que significou uma grande evolução na ordem jurídica brasileira, impulsionada pela própria realidade", explicou.
Ainda de acordo com o juiz, o reconhecimento de famílias paralelas é uma questão que deve ser enfrentada pelo Judiciário "Deixar de reconhecê-las não fará com que deixem de existir. Não se pode permitir que em nome da moral se ignore a ética, assim como que dogmas culturais e religiosos ocupem o lugar da Justiça até porque o Estado brasileiro é laico, segundo a Constituição Federal", acrescentou.


Terra

O PT impede a renúncia de Marco Feliciano porque não abre mão de seus criminosos na CCJ

Se a imprensa, boa parte dela ao menos, que cobre o caso Marco Feliciano (PSC-SP) estivesse empenhada em reportar os fatos aos que estão do outro lado da tela, em vez de tentar convertê-los ao progressismo, só um título — ou variantes com tal conteúdo — seria possível para deixar claro o que se deu nesta terça na reunião de líderes com o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara: é o que está aí no alto. Sim, foi isto mesmo: o PT impediu a renúncia de Feliciano à presidência da comissão. Ou, se quiserem, o PT mantém Feliciano.
Por quê? O deputado aceitou renunciar à presidência da comissão. Ele só impôs uma condição: que os petistas José Genoino e João Paulo Cunha renunciassem à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). É claro que acho uma boa proposta, até porque ela surgiu primeiro neste blog. E olhem, observei então e observo agora, que Feliciano não é oficialmente um criminoso; os outros dois são.  O que é um criminoso? O Houaiss explica: “que ou aquele que infringiu por ação ou omissão o código penal, cometendo crime; delinquente, réu”.
Vamos ver como a imprensa vai noticiar a coisa. Nos sites dos grandes jornais, já vi que a informação foi parar no pé. As TVs, pelo cheiro da brilhantina, tendem a omitir a condição que ele impôs, rejeitada pelo PT. Assim, os nobres coleguinhas vão esconder dos telespectadores pela segunda vez que os petistas são os responsáveis pela manutenção de Feliciano na comissão:
a) quando a recusaram para pegar postos mais importantes, deixando-a para O PSC;
b) quando recusaram a renúncia de dois deputados criminosos.
E por que vão esconder? Ah, porque não é “progressista”. Como estão em campanha em favor do casamento gay — e podem estar, tudo certo! —, todas as notícias passarão por esse filtro. Eu sempre defendi que os veículos de comunicação tenham agenda. Só os tiranos querem impedir que tenham. Mas distorcer os fatos não é parte do jogo.
Proposta excelente
A proposta de Feliciano era excelente porque se aumentava a moralidade média da CCJ, ainda que muito pudesse ser feito por ali. Notem que Feliciano não exigiu, por exemplo, a renúncia de José Guimarães (PT-CE), irmão de Genoino, líder do PT na Câmara e chefe daquele pobre coitado encontrado com a cueca recheada de reais e dólares. Até os semoventes sabem que o dinheiro não era dele. O sujeito mal falava; tartamudeava. E olhem que Feliciano não pediu a renúncia de Ricardo Berzoini (PT), presidente do PT quando estourou o caso dos aloprados. Que ele conhecesse parte da operação ao menos, isso está comprovado pelos fatos. E olhem que Feliciano não pediu, atenção!, a renúncia de Paulo Maluf (PP-SP). Sim, ele mesmo: Maluf, acreditem, é titular de uma comissão chamada de “Constituição e Justiça”.
Que eu saiba, só mesmo os líderes do PT, PSOL, PDT, PCdoB e PPS insistiram na renúncia. Os demais acabaram concordando com a permanência.  O PSDB nem mesmo participou da reunião porque considerou que não havia dispositivo regimental que a justificasse. E não há mesmo. Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara — imaginem se Feliciano tivesse proposto a renúncia de todo mundo que está enrolado com a Justiça… — cobrou que as reuniões da comissão voltem a ser abertas. Voltarão. Quero saber se o homem que responde pela segurança dos trabalhos na Casa Legislativa garantirá também as condições necessárias para a sua realização.
Se não garantir, Feliciano pode recorrer ao Artigo 272 do Regimento Interno e fechar de novo. E o artigo diz o seguinte:
Art. 272. Será permitido a qualquer pessoa, convenientemente trajada e portando crachá de identificação, ingressar e permanecer no edifício principal da Câmara e seus anexos durante o expediente e assistir das galerias às sessões do Plenário e às reuniões das Comissões.
Parágrafo único. Os espectadores ou visitantes que se comportarem de forma inconveniente, a juízo do Presidente da Câmara ou de Comissão, bem como qualquer pessoa que perturbar a ordem em recinto da Casa, serão compelidos a sair, imediatamente, dos edifícios da Câmara.
Para encerrar
Feliciano, certamente, não representa um monte de gente. Também diz tolices e inconveniências sobre a morte de Jesus Cristo. Ooops, errei, ele falou besteira sobre a morte daquele outro mais famoso, né?, o tal John Lennon, acho… Mas representa outros tantos, como se vê na foto abaixo, de André Borges, da Folhapress. Aqueles dois que estão ali não devem ter entendido, inclusive, que o deputado seja racista.
Aos inconformados, inclusive os do jornalismo, coma liberdade de expressão, resta-me repetir a fala do economista Walter Williams:
“É fácil defender a liberdade de expressão quando as pessoas estão dizendo coisas que julgamos positivas e sensatas, mas nosso compromisso com a liberdade de expressão só é realmente posto à prova quando diante de pessoas que dizem coisas que consideramos absolutamente repulsivas”.
Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 22 de março de 2013

Esquizofrenia Evangélica

A esquizofrenia não é considerada doença, mas transtorno mental que ataca pelo menos 1% da população mundial. Dentre as suas muitas manifestações, uma das mais comuns se caracteriza por delírios paranóides, aonde a pessoa se sente perseguida, odiada, rodeada de inimigos. Entretanto, se observarmos o universo “gospel” de nossos dias, veremos que 1% de esquizofrênicos em nosso meio é uma porcentagem modesta ante o quadro que se nos apresenta. Os crentes de um modo geral se sentem eternos perseguidos por uma cifra enorme de inimigos, tanto dentre vizinhos incrédulos, patrões perseguidores, colegas de trabalho escarnecedores e maus, e até irmãos da fé, dentro de nossas Igrejas, sentados ao nosso redor e derredor nos cultos de adoração a Deus. O “esquizofrênico Gospel” se considera assim, odiado pelos de fora e até pelos próprios irmãos, ao melhor estilo de José, filho de Jacó, que anseiam e trabalham diuturnamente pela sua queda. Querem sua posição no coral, na equipe de louvor, na classe de EBD, no corpo de Obreiros, na direção do Círculo de Oração… Querem seu emprego, seu salário e sua posição empresarial ou profissional, querem seus dons e talentos e alguns mais afoitos querem até o seu casamento, seu marido ou sua esposa, os seus filhos obedientes, a harmonia de seu lar!

Infelizmente, somos ensinados e “treinados” a agirmos assim. Tanto as mensagens que são pregadas em nossos púlpitos como as músicas que infestam nosso cancioneiro gospel contribuem para que esta esquizofrenia se alastre entre nós. Interpretações equivocadas do AT levam muitos pregadores a julgar que somos rodeados uma grande nuvem de inimigos.

Os hits de nossa “Parada de Sucessos Gospel” contribuem também ― e muito!― para fomentar este mal. Grande parte dos “hinos” atuais falam que nossos inimigos estão constantemente tramando contra nós, mas serão destruídos, teremos vitória sobre eles, eles contemplarão de pé a nossa vitória etc. A canção  “SABOR DE MEL” segue o mesmo padrão, pois no dia de nossa vitória os nossos inimigos vão estar na plateia, enquanto nós estaremos no palco, devidamente honrados, e aqueles arrependidos.

Os crentes também são os maiores e mais fieis adeptos das teorias de conspiração que pululam nas redes sociais e sites, e que estão invadindo nossas igrejas e seus cada vez mais escassos e simplórios Cultos de Doutrina e EBD. Ao invés de aproveitarmos estes Cultos para ensinarmos as Escrituras e a sã doutrina, ensinamos as teorias loucas e as fábulas, tão combatidas no NT (1 Tm 1:4; 4:7; Tt 1:14; 2 Pe 1:16).

Existem os ímpios (e até crentes!) que usam até da feitiçaria em seu afã de nos destruir. Fazem “despachos” para nos matarem, para nos lançarem no leito, para que percamos o emprego, para que haja separação de meu casamento e coisas afins…

Mas ainda existe aqui aonde moro a famosa “macumba gospel”, chamada de “oração contrária”. Muitos crentes que eu conheço se dizem vítimas de irmãos-inimigos que, não suportando qualquer sinal de prosperidade em suas vidas, passam a orar contra eles, pedindo a Deus que não mais os abençoe, que seus negócios não prosperem etc. Sinceramente, não consigo imaginar um Deus cujo atributo eterno é a justiça ouvindo e atendendo qualquer tipo de oração que se enquadre nesta categoria! Se Deus me ouve somente nas petições que são da Sua vontade (1 Jo 5:14), para que temer qualquer oração que não se enquadre nesta condição?

E assim caminha a cristandade… Igrejas cheias de crentes que se recusam a conhecer e prosseguir em conhecer ao Senhor (Os 6:3), que desconhecem e descumprem as Escrituras, que se julgam perseguidos e rodeados de inimigos Uma epidemia de esquizofrenia digna de algumas considerações à luz da Escritura:

1. Nosso inimigo não é a carne e nem o sangue (Ef 6:12). Neste aspecto, reside a certeza de que os que nos rodeiam não são nossos inimigos, e mesmo os que assim se declaram não são os nossos verdadeiros inimigos. O diabo é o inimigo, e é a este inimigo em particular a quem devemos combater, e não aos inimigos de carne e sangue. Erramos, pois, primordialmente por não sabermos reconhecer quem é nosso verdadeiro inimigo, e cometemos tal erro primário porque nos recusamos a dar ouvidos às Escrituras!

2. Cremos em um Deus protetor. Ele, dentro da Sua soberana vontade, protege aqueles que são Seus filhos por adoção em Cristo. Desde o AT ele já fazia isto, tratando Israel sob proteção. Quando Balaque alugou os “serviços proféticos” de Balaão para amaldiçoar o povo de Deus, o próprio Senhor lhe respondeu pela boca do profeta mercenário: “Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa?” (Nm 23:8). Logo, não há NADA que os nossos “inimigos” façam contra nós que venha nos fazer qualquer efeito maléfico, se não for a vontade do Senhor.

3. Em nenhum lugar do Novo Testamento somos orientados a viver este tipo de paranoia, medo, fobia, ojeriza de nossos inimigos. O Evangelho nos ensina a não resistirmos às provocações deles. Quem nos ferir a face, demos a outra. Quem quiser nossa túnica, cedamos a capa. Quem quiser nos obrigar a caminhar uma milha, caminhemos duas. E tudo isso voluntariamente (Mt 5:38-42)! Paulo, escrevendo aos romanos, prescreveu com detalhes: “A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12:17-21).

4. Jesus deixou muito claro qual deve ser nossa relação com os que se posicionam abertamente como nossos inimigos: “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céu…” (Mt 5:43-45). Nossa postura enquanto seguidores de Cristo não é desprezar, retaliar ou mesmo orar pedindo que eles sejam fulminados, julgados, desejar que eles assistam humilhados à nossa exaltação etc. Paulo reafirma esta mesma verdade quando ensina à igreja em Roma: “Abençoai aos que vos perseguem; abençoai e não amaldiçoeis” (Rm 12:14).

Lamentavelmente, pregadores e suas “mensagens”, cantores e seus “hinos” têm-nos ensinado uma relação completamente antibíblica com os nossos inimigos. Eles estão fomentando em nosso meio não uma submissão ao que ensinam as Escrituras, mas um ensino mau e legalista de que devemos resistir aos nossos inimigos, odiá-los, orar pedindo a Deus justiça e juízo sobre eles. Somos chamados ao AMOR, e este amor não se resume aos nossos irmãos na fé, pois bem nos ensinou nosso Mestre: “se amardes os que vos amam, que galardão havereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis demais? Não fazem os publicanos também assim? Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:46-48). Se insistimos em não ouvir a Jesus, mas seguir falsas pregações e dar ouvidos a hinos espúrios, não estamos contribuindo para nossa própria esquizofrenia?

Voltemos à Palavra! Observemos aonde caímos, e tornemos para o caminho (Ap 2:4-5)! Desprezemos os ensinos errados! Roguemos ao Senhor que nos cure desta esquizofrenia louca! Mesmo que tenhamos inimigos declarados, que a inimizade não parta de nós. Oremos por eles! Falemos bem deles! Abençoemos! Estevão, o primeiro mártir de nossa fé, mesmo sendo apedrejado orou por seus inimigos na hora de sua morte (At 7:60); suas últimas palavras foram A FAVOR de seus algozes. Na época da Igreja Primitiva parece que não existiam esquizofrênicos no seio da Igreja. Pelo menos Estêvão e os primeiros mártires sabiam se portar varonilmente, mesmo rodeados de inimigos. Perdoavam e abençoavam. Que suas vidas nos sirvam de exemplo, e nos estimule a mudar nossa conduta, antes que esta “esquizofrenia gospel” vire uma epidemia real, incurável e incontrolável!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Testemunhas de Jeová “protestam” contra declaração de Paula Fernandes

Testemunhas de Jeová “protestam” contra declaração de Paula Fernandes
A cantora Paula Fernandes concedeu uma entrevista no programa “Show Business” da Band e comentou sobre suas crenças religiosas. Assim que o vídeo caiu na internet, usuários membros da Testemunhas de Jeová criaram polêmica e enviaram mensagens contra a cantora.
Nessa entrevista a cantora afirma que é espírita e que nunca está sozinha (espiritualmente) quando compõe suas músicas. “Tenho comigo que só a doutrina espírita ou algo ligado a isso justifica muitas coisas que eu sinto, meu dom. Eu acho que a gente nunca está sozinho, eu não componho sozinha”.
Por esta declaração algumas pessoas passaram a comentar no Facebook que estavam quebrando, jogando fora ou riscando os trabalhos de Paula Fernandes. : “Agora descobri a porta que eu mesma tinha aberto para satanás, destruí prontamente o DVD que tinha dela”, escreveu um internauta. “Depois que escutei esse vídeo, peguei DVD dela e arranhei todo e joguei fora”, disse outro usuário.
O caso chegou até a cantora que se pronunciou através de sua assessoria de imprensa: “O respeito é um exercício diário difundido pela Bíblia. Preconceito é algo que devemos evitar e quem sabe substituí-lo por conhecimento e compreensão”. Com informações O Dia e Terra.

Assista:
                  
          
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